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Zema tem gastos no 1º ano de mandato aprovados com ressalvas pelo MP de Contas do Estado

O órgão encontrou 11 vícios na prestação de contas de 2019

Por Redação, 16/09/2020 às 16:20
atualizado em: 16/09/2020 às 16:31

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Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG
Gil Leonardi/Imprensa MG

O Ministério Público de Contas do Estado aprovou, com ressalvas, as contas do primeiro ano do governador Romeu Zema à frente de Minas Gerais.

O órgão encontrou 11 vícios na prestação de contas de 2019. Um desses vícios seria o investimento de 8,93% da Receita Corrente Líquida em saúde, quando a lei determina 12% ao ano. O valor mínimo de investimento em educação, que deveria ser de 25% da Receita Corrente Líquida, também não foi alcançado. Zema teria investido 19,8% ao longo do ano.

Em compensação, os gastos com folha de pagamento extrapolaram o limite máximo em 9,42% da receita. Foram aplicados 58,2% da receita para pagamento de pessoal.

O Tribunal de Contas do Estado vai marcar uma reunião extraordinária para analisar o parecer do Ministério Público de Contas. A análise do TCE será encaminhada para aprovação posterior na Assembleia Legislativa.

O Governo de Minas ainda não falou sobre o assunto.

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