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Voo para buscar vacina contra covid-19 na Índia é adiado e decola nesta sexta do Brasil

A Azul informou que o voo foi adiado por questão de logística

Por Ansa , 14/01/2021 às 13:49
atualizado em: 14/01/2021 às 15:05

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O voo do governo federal para a Índia para buscar dois milhões de doses da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Universidade de Oxford foi adiado para esta sexta-feira (15), confirmou a companhia área Azul. Segundo a empresa, "devido a questões logísticas internacionais", a viagem começará na noite desta sexta-feira, às 23h, no Aeroporto de Recife-Guararapes e terá destino final no Aeroporto de Mumbai. O voo entre o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, e Recife ocorrerá nesta quinta-feira (14) conforme o planejado.

A viagem trará ao país as primeiras doses da AZD 1222, que tem o pedido de análise para uso emergencial na Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa). Conforme informou o órgão, a decisão sobre a liberação ou não do imunizante ocorrerá no próximo domingo (17), na mesma sessão que analisará a liberação da CoronaVac, a vacina feita pela Sinovac Biotech em parceria com o Instituto Butantan. A AZD 1222 também será produzida no Brasil, pela Fundação Oswaldo Cruz, em um futuro próximo.

Em uma reunião com a Frente Nacional de Prefeitos, o Ministério da Saúde informou que cerca de oito milhões de doses das duas vacinas serão usadas no país até o fim do mês de janeiro - sendo os dois milhões da britânica e seis milhões da chinesa. Os prefeitos ainda informaram que a segunda dose do imunizante da Oxford será dada em um prazo maior, em até três meses da primeira aplicação, como vem sendo feito no Reino Unido. Já a CoronaVac terá a segunda dose aplicada três semanas após a inicial.
 
Falta de seringas

Em um ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que o Ministério "não possui estoque inicial" de seringas e agulhas para a realização da campanha de vacinação contra o coronavírus. Conforme o documento, a compra dos insumos é responsabilidade de estados e municípios e que a União é a responsável pelo envio dos "imonubiológicos necessários para a imunização".

A resposta ao STF, que vem após a determinação do ministro Ricardo Lewandowski, ainda informa que ao menos sete estados não têm seringas e agulhas suficientes sequer para iniciar a vacinação dos grupos prioritários. Os citados formalmente são "Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco e Santa Catarina". Os estados negam essa informação, e dizem que possuem mais seringas e agulhas do que foi descrito pelo Ministério da Saúde.

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