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Vale distribuiu mais de um bilhão de litros de água em Brumadinho e região

A qualidade da água do rio Paraopeba continua sendo monitorada e Vale garante abastecimento para as comunidades atingidas pelo rompimento da barragem

Por Redação, 01/03/2021 às 12:24
atualizado em: 09/04/2021 às 15:27

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Foto: Vale
Vale

Seguindo o compromisso de manter um diálogo aberto e construtivo com órgãos competentes, poder público, instituições e comunidades, a Vale vem trabalhando ativamente desde o rompimento da Barragem I, da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho.

Uma das prioridades deste trabalho realizado é o monitoramento da água do rio Paraopeba, além de manter o abastecimento, garantindo água tratada e de qualidade para a população.

Através de um Termo de Compromisso firmado entre a Vale e o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), as ações de monitoramento de recursos hídricos ao longo da Bacia do rio Paraopeba e no rio São Francisco foram transferidas para o Instituto Mineiro de Gestão de Águas (IGAM) e todos os custos dessas atividades são de responsabilidade da Vale.

A construção do Programa Integrado de Abastecimento de Água na Bacia do Rio Paraopeba, que contempla o Plano de Monitoramento da Qualidade da Água Subterrânea e o Programa de Distribuição de Água para os Ribeirinhos, só foi possível graças aos 90 pontos de monitoramento, que vai desde o ribeirão Ferro-Carvão, rio Paraopeba, 10 de seus afluentes e o São Francisco até sua foz no oceano Atlântico. Além disso, a Vale mantém 16 sondas paramétricas, instaladas em pontos do ribeirão Ferro-Carvão, rio Paraopeba e no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias. Esse equipamento viabiliza, por meio de telemetria, a leitura remota de parâmetros físicos e químicos da água, de hora em hora, aumentando a eficiência das informações.

Para garantir água tratada para a população das áreas atingidas, a Vale segue recomendações do IGAM, que orienta a suspensão do uso de água captada diretamente no leito do rio Paraopeba no trecho entre os municípios de Brumadinho até a Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo em Pompéu. Além disso, comunidades ribeirinhas não devem utilizar água de poços e cisternas instalados até 100 metros das margens do rio. Josué Ferreira, Analista Master da Vale, explica como esse trabalho é realizado: “A Vale não mede esforços para garantir acesso à água para todos os locais que tiveram restrição em função do rompimento da barragem. É importante esclarecer que estamos cumprindo rigorosamente a determinação dos órgãos públicos e autoridades competentes. Atualmente temos 61 caminhões-pipa distribuindo água diariamente. Nossa equipe trabalha em turnos de revezamento para garantir a entrega sete dias por semana. Desde o primeiro dia não houve interrupção das entregas. A Vale já distribuiu mais de um bilhão de litros de água”.

Para que o abastecimento ocorra de maneira segura é necessário rastrear todo o processo de captação e distribuição, que vem sendo acompanhado diariamente pelo Ministério Público, como explica Josué: “Toda água que a Vale distribui é captada já tratada pela COPASA nas Unidades de Juatuba e Curvelo. Além disso, nós também realizamos análises da água na mangueira de saída do caminhão pipa para garantir que não houve contaminação durante o transporte. Todos os caminhões são higienizados mensalmente e a empresa higienizadora emite um laudo que tem validade de 30 dias. A Vale também realiza a fiscalização em todas as higienizações, com verificação constante, para garantir que o processo seja feito da maneira correta”.

Outra ação importante da empresa é garantir condições seguras de armazenamento da água potável para as comunidades através da distribuição de caixas d 'água, bebedouros para uso animal e bombas hidráulicas.

Os produtores rurais que realizavam a captação diretamente no rio para abastecer suas plantações também continuam recebendo água em quantidade suficiente para manter suas atividades.

O serviço realizado pelos caminhões-pipa alcança até as áreas de difícil acesso. Com a chegada das chuvas esse trabalho requer um cuidado ainda maior, como explica Josué: “Temos grande preocupação com as entregas de água durante o período chuvoso do ano. Para mitigar esse problema realizamos melhorias preventivas nas estradas, nos locais onde os motoristas reportaram que há riscos de atolamento”.

A Vale mantém um canal de atendimento para esclarecer dúvidas e orientar moradores das comunidades que estão nas áreas atingidas. O telefone é o 0800 031 0831.

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