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Rafael bate recorde e entra na história do Cruzeiro em disputa de pênaltis: veja números

Goleiro defendeu quatro cobranças do Remo e garantiu a classificação da Raposa na Copa do Brasil

Por Alexandre Simões e Hugo Lobão | 13/05/2022 às 18:39
Getty Images/Cruzeiro
Foto: Getty Images/Cruzeiro

Em todas as últimas sete edições da Copa do Brasil, desde a campanha do o título em 2017, o Cruzeiro participou de ao menos uma disputa de pênaltis durante o torneio. Até a partida dessa quinta-feira (12) contra o Remo, o ponto em comum era a presença de Fábio, ídolo e fundamental nas conquistas celestes em 2017 e 2018.

Logo na primeira decisão nas penalidades defendendo a Raposa, Rafael Cabral conseguiu sair como o herói da classificação. Além disso, ele entra na história do clube como o único goleiro a conseguir defender quatro cobranças em uma mesma série de batidas. 

A melhor marca até então era justamente de Fábio, que defendeu todas as três batidas do Santos nas quartas de final da Copa do Brasil de 2018. O levantamento leva em conta as principais copas disputadas por clubes no Brasil e América do Sul.

No geral, o retrospecto cruzeirense em disputa de pênaltis na Copa do Brasil é excelente. Já contando com a classificação em que Cabral foi herói, são sete decisões na marca da cal e seis triunfos. A única eliminação foi para a Juazeirense em 2021.

Fora do Brasil

Outra competição em que a Raposa costumava se dar bem era a Supercopa. Muito querida pelo torcedor por conta das ótimas campanhas na década de 1990, a copa internacional levou os batedores celestes também sete vezes para o momento mais tenso do futebol.

Ao todo, são cinco vitórias e duas derrotas nas penalidades. Um ano antes de brilhar na Copa Libertadores, Dida defendeu uma cobrança do Boca Juniors para garantir a classificação do time celeste para a fase seguinte. Naquele ano, o Vélez bateu a equipe mineira na final.

Apenas na Copa Sul-Americana nenhum goleiro do Cruzeiro conseguiu pegar um pênalti. Com Fábio e Rafael passando em branco, a Raposa foi eliminada por Santos e Nacional do Paraguai em 2006 e 2017, respectivamente.

Na Copa Libertadores, Dida segue sendo o grande nome do time celeste. Na campanha do título em 1997, ele defendeu uma cobrança do El Nacional nas oitavas e duas do Colo-Colo nas semis, A primeira disputa das história cruzeirense em grandes competições foi justamente na Liberta, em 1977.

Defendendo o título de 1976, Raul não conseguiu pegar nenhuma cobrança e o Boca Juniors ficou com o título.

Goleiro de Seleção Brasileira, Jefferson também já foi importante em uma vitória do Cruzeiro em disputa de pênaltis. No trinfo por 4 a 2 pela Copa Sul-Minas de 2001, ele defendeu uma cobrança do Atlético.

 

 

 

 

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