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Para Ricardo Salles, postura de Bolsonaro tem de ser aplaudida na questão da Amazônia

Por Agência Estado , 26/08/2019 às 14:31
atualizado em: 26/08/2019 às 14:36

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Em meio à crise internacional envolvendo as queimadas na Amazônia, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, elogiou nesta segunda-feira a atuação do presidente da República, Jair Bolsonaro, na questão da floresta, em relação ao emprego de militares em uma operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para combater as queimadas. "É louvável e deve ser aplaudida a postura de Bolsonaro", disse o ministro, durante discurso em evento do Secovi-SP, entidade que representa o mercado imobiliário no Estado de São Paulo.

Em sua apresentação, Salles também afirmou que o desmatamento na floresta tem crescido desde 2012 em razão de pressões da economia informal. "A ausência de desenvolvimento econômico sustentável, formal, que siga um modelo, que possa ser licenciado, a ausência disso gerou o caos que estamos vendo há 20 anos", comentou o ministro.

Salles ainda disse que o agronegócio e o meio ambiente "no campo" são de "enorme importância" para o ministério e que a Amazônia "é de grande relevância". Na visão do ministro, a falta de "bom senso" na questão ambiental, de desenvolvimento econômico e "desequilíbrio regulatório" são o "pior remédio" para o meio ambiente.

Em outro momento de elogios ao Bolsonaro, o ministro atribuiu o sucesso da agenda econômica ao presidente. "Não foi fulano que fez a reforma, foi Bolsonaro, que botou Paulo Guedes (no Ministério da Economia) e endossa tudo na economia", disse. "O Brasil mudou com Bolsonaro, fez campanha sozinho, falando verdade". 

Depois, o ministro disse que o Congresso também teve méritos na aprovação da reforma da Previdência.

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