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Pai que recebeu rim do filho defende mais campanhas para informar as pessoas sobre doação

Por Redação , 25/09/2019 às 08:35
atualizado em: 25/09/2019 às 08:36

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Foto: Eunice Pinto/ Arquivo/ Fotos Públicas
Eunice Pinto/ Arquivo/ Fotos Públicas

Depois de aguardar sete anos na fila por um órgão, o aposentado Ademar Ferreira, 60 anos, encontrou a possibilidade de uma vida nova após o próprio filho Daniel fazer a doação de um dos rins. O aposentado acredita que as pessoas têm medo ao falar do assunto e não têm informações suficientes sobre a doação de órgãos, em vida. Ele faz um apelo por mais campanhas informativas sobre a doação de órgãos.  

“Ainda existe muito medo sobre doação, na própria família e na própria sociedade. E a prova está aí, porque meu filho está bom, saudável. Hoje ele está lutando jiu-jítsu, com menos de um ano de doação”, diz o Ademar, personagem da terceira matéria especial da Itatiaia sobre transplantes. 

No Brasil, a doação de órgãos só pode ser feita, segundo a lei, com a autorização familiar, mesmo que o doador expresse a vontade de doar órgãos em algum documento. 

Existem dois tipos de doador. O vivo, que pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou arte do pulmão. O doador falecido, com morte cerebral, que pode doar vários órgãos ainda saudáveis, de acordo com avaliação médica, como as córneas. 


 

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