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‘O lugar ficou muito triste’, desabafa moradora de comunidade em Brumadinho 

Por Redação , 09/01/2020 às 10:25
atualizado em: 09/01/2020 às 10:44

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O rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, mudou a vida de muitos moradores. Alguns veem a comunidade Córrego do Feijão, um dos locais mais atingidos, como vazia e abandonada. “O lugar ficou muito triste. As pessoas só falam em ir embora”. 

As palavras são de dona Maria Divina Barbosa, de 56 anos. Para ela, o último ano foi de aflição e dificuldade. Além de vários amigos, ela perdeu a irmã Dirce, que tinha 41 anos e deixou quatro filhos. “Ela era muito dedicada. Era muito esforçada. Evangélica, ela dedicava a vida a Deus”, diz. 

No próximo dia 25 de janeiro, a tragédia, que deixou 270 mortos, completará um ano. Como forma de homenagear as vidas levadas pela lama, a Itatiaia veicula a série ‘Memórias de um ano que não passou’. Clique aqui e ouça a história de Maria Divina com o repórter João Felipe Lolli.

Ouça também outros episódios da série:

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