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Gorila morre no zoológico de BH e administração nega maus tratos de animais

Rádio Itatiaia

O zoológico de Belo Horizonte apura as causas da morte da gorila Kifta, uma das duas viúvas de Idi Amin. A gorila, de 13 anos, morreu nesse sábado (2) devido a uma infecção intestinal.

A perda de mais um animal causou tristeza e preocupação no público, além de mais reclamações sobre o zoológico da capital. Um dos frequentadores do local, Emílio, mostrou pesar pela morte do animal e ressaltou que se preocupa com a situação dos outros bichos.

"Lamentável, é triste. O zoológico em si está muito degradado, parece que os animais estão muito mau cuidados. A gente rodou muito por aí e consegue perceber, falta um pouco de atenção das pessoas responsáveis pelo zoológico", disse.

Sara, que também esteve no zoológico nesse sábado, também ficou triste com a morte da gorila e afirmou ter observado problemas com os felinos.

"A gente fica triste. A gente viu o leão magro, tadinho, a gente achou ele um pouco desanimado. O tigre também não está aí, parece que ele saiu para tratamento, eles colocaram um bilhete. A gente fica sentido", observou.

O diretor da Fundação Zoobotânica, Carlaile Coelho, explicou o que aconteceu com a gorila Kifta.

"A gente não tem ainda todas as informações que envolveram a causa dessa morte. A gente já sabe, pela necrópcia que foi realizada hoje, indicando uma infecção intestinal grave. O animal já estava em tratamento, constantemente monitorado, mas a evolução do quadro foi extremamente rápida", esclareceu.

Ele negou ainda as denúncias de mortes de bichos que estariam acontecendo no zoológico em pouco espaço de tempo.

"Não está acontecendo nada de anormal. Nós temos 260 espécies, um plantel de aproximadamente 3.500 animais, onde os acontecimentos de morte e nascimento são frequentes. Temos animais em tratamento, temos um equipe capacitada e instalações preparadas para isso, mas não existe nada anormal, ou algum surto, ou algum tipo de doença incomum no nosso plantel", comentou.

Ouça a matéria completa da repórter Mônica Miranda

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