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Ministro da Saúde confirma início da vacinação no Brasil: próxima quarta, às 10h

O anúncio se dá após aprovação para uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca

Por Redação, 17/01/2021 às 16:49
atualizado em: 18/01/2021 às 08:11

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Foto: Pixabay
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A campanha nacional de vacinação contra covid-19 no Brasil terá início na próxima quarta-feria (20), às 10h, de forma simultânea nos estados brasileiros. A informação foi confirmada pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que concedeu pronunciamento após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial dos imunizantes Coronavac, da farmacêutica chinesa Sinovac, e da AstraZeneca/Oxford.

Conforme o ministro, às 7h desta segunda-feira (18), haverá distribuição de doses do imunizante Coronavac aos estados. O prazo até quarta é estabelecido, segundo o governo, por questões logísticas, para assegurar que a companha se inicie em todos os estados ao mesmo tempo.

Seis milhões de doses da Coronavac foram reservadas pelo Ministério da Saúde. O imunizante é produzido em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo. Na tarde deste domingo, a enfermeira Mônica Calazans foi a primeira a receber vacina contra covid-19 em solo nacional após aprovação da Anvisa. Com relação ao imunizante de Oxford, que será produzido pela FrioCruz, do Rio, o Brasil fez acordo com a Índia para importação de dois milhões de doses da AstraZeneca, mas aguarda sinalização do país asiático para buscar os imunizantes.

No pronunciamento, Pazuello disse que é "dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação do mundo contra a covid-19". Segundo o ministro, o Brasil tem capacidade de vacinar 1 milhão de pessoas por dia. 

Campanha de vacinação

A campanha nacional prevê mais de 49 milhões de pessoas vacinadas nas três primeiras etapas. Na primeira fase serão vacinados: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas. Na segunda fase pessoas de 60 a 74 anos. Na terceira fase pessoas com comorbidades.
 

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