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MG ganha laboratório global de saúde com foco em vacinas e tratamentos

A estimativa dos fundadores da empresa responsável pelo trabalho é que o projeto atraia R$ 250 milhões

Por Da Redação , 23/12/2020 às 17:20
atualizado em: 23/12/2020 às 17:29

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Ferraz e Sá tem como estratégia atrair grandes especialistas

RESUMO

  • MG ganha laboratório global de saúde com foco em vacinas e tratamentos 
  • A estimativa dos fundadores da empresa responsável pelo trabalho é que o projeto atraia R$ 250 milhões


O estado de Minas Gerais vai receber um laboratório global de saúde com foco em vacinas e tratamentos com astronautas canadense. A estimativa é de que o projeto atraia R$ 250 milhões.

A empresa árabe-brasileira de cooperação tecnológica Gennesys Life Sciences vai implantar em Belo Horizonte um centro global com foco na produção de vacinas e tratamentos genéticos, que utilizam técnicas de DNA para o combate de doenças.

Na última quinta-feira (17) o Governo de Minas, por meio da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior (INDI), assinou um acordo de cooperação com os empreendedores para apoiar o avanço dos trabalhos.

De acordo com a empresa, que já conta com escritórios em Dubai e Belo Horizonte, o novo laboratório tem potencial para girar mais de US$ 1 bilhão de dólares no mercado brasileiro com as tecnologias do seu portfólio. Entre estas, está a vacina para a covid-19.

A empresa Gennesys Life Sciences, que vai implantar o laboratório e foi fundada por dois mineiros, Rodrigo Sá, ex-diretor global de negócios da inovadora Hyperloop e atual presidente mundial de negócios da Deca4 Advisory e Marcos Ferraz, membro da corte real do Bahrain no Oriente Médio, nasceu com o objetivo de identificar, desenvolver e promover as mais modernas soluções de saúde .

A estratégia, segundo informações da empresa, é atrair grandes especialistas por meio de colaboração, onde profissionais se reúnem para agregar conhecimentos em torno da solução de problemas em troca de ações da empresa. 

O fundador e diretor executivo da Gennesys para a América Latina, Marcos Ferraz, explica que a empresa já possui em seu portifólio uma tecnologia “multiuso” para criar vacinas. “Esta patente desenvolvida pela empresa norte americana Greffex INC, já conta com contrato firmado com a NIH (Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos) e tem demonstrado uma versatilidade excepcional, já sendo usada em tratamentos para prevenir a rejeição de transplantes, substituir genes defeituosos e até mesmo no tratamento da cegueira humana. Neste momento, teremos foco total para utilizar esta tecnologia, que já se demonstrou mais rápida e mais barata também na produção da potencial vacina para Covid-19”, afirmou.

Para que tudo aconteça de maneira ágil, a empresa tem reunido um grupo de conselheiros e executivos de peso. Entre os nomes que já estão envolvidos no projeto é possível destacar: João Bosco, CEO do laboratório Genomika e diretor de genética do Grupo Albert Einstein; Shawna Padya, VP de medicina imersiva e astronauta na Agência Canadense Espacial – CSA; Jean Paul Tarud, embaixador do Chile para os Emirados Árabes e atual presidente do conselho da Deca4 Advisory; e Breno Dias, diretor global da Qintess.

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