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Mateus Simões, secretário-geral do Governo de Minas, é assaltado em São Paulo

Vão-se os anéis, ficam os dedos... porque Deus é bom, o tempo todo!

Por Redação, 27/11/2021 às 08:24
atualizado em: 27/11/2021 às 11:27

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Foto: Gil Leonardi/Governo de Minas
 Gil Leonardi/Governo de Minas

O secretário-geral do Governo de Minas Gerais, Mateus Simões, foi assaltado na noite dessa sexta-feira (26) em São Paulo. Em desabafo postado nas redes sociais, Simões disse que foi abordado por um assaltante armado quando ele a a esposa estava em um táxi. A aliança, o smartwatch e o telefone do ex-vereador de BH foram levados pelo criminoso.

"Logo ela, que não tirava nem para tomar banho... eu e Chris estamos bem, ela assistiu a tudo em silêncio, o taxista que nos conduzia ficou de mãos para o alto todo o tempo, eu passei minha aliança, meu smartwatch e meu telefone (que o assaltante deixou cair) e fiquei pensando: a humanidade ainda tem um longo caminho civilizatório a percorrer", disse no post.

No momento do assalto, Simões estava em um ligação com o chefe da Polícia Civil de Minas, Joaquim Francisco Neto. "Confesso que fiquei satisfeito por perceber que não perdi a calma, estava numa ligação que consegui inclusive terminar, após o roubo, que meu interlocutor ouviu momento a momento. Por coincidência era o amigo Dr Joaquim, Chefe da Polícia Civil de Minas. Mas eu estava chegando em São Paulo, para o batizado de minha sobrinha, longe de onde ele pudesse me ajudar", disse.

O secretário disse ainda que todos foram 'vítimas exemplares'. "O motorista desligou o carro, minha esposa não gritou nem se moveu, eu entreguei o que ele queria e fiquei apenas dizendo: fique calmo, fique tranquilo... ele tremia tanto que cheguei a achar que pudesse atirar sem querer. Só me restou instintivamente tentar cobrir o máximo possível do espaço entre a janela e a Chris... mais instinto que coragem, percebi depois", escreveu o secretário, percebeu nervosismo. 

"A moto dele não ligou de primeira, quando ele foi dar a partida para fugir... enquanto ele se atrapalhava eu pensei, se abrir a porta jogo ele no chão... a valentia talvez me rendesse o anel de volta, mas algo me dizia que o risco não compensava. Não me arrependo de ter visto ele fugir lenta e atabalhoadamente... fico pensando, contudo, o que leva um ser humano a esse ponto de degradação moral, em que brandir uma arma para levar um anel possa, na cabeça dele, fazer algum sentido". 

Por fim, Simões diz que "talvez ele consiga encontrar alguma dignidade com o resultado da venda do anel, infelizmente, não acho que isso vá ocorrer. Há fronteiras que, quando são atravessadas, dificilmente se reconstituem na formação moral do homem. São casos em que não há mais integridade possível, pois ele já abriu mão de uma parte de si". 

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