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Líder comunitário de Brumadinho teme por continuidade do comércio após a tragédia  

Por Redação , 07/01/2020 às 09:29
atualizado em: 07/01/2020 às 13:02

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Comerciante, pai de dois filhos e marido da Maria Vitalina. Este é Adílson Souza, que já concedeu várias entrevistas para a Itatiaia. Infelizmente, não por bons motivos. Ele é líder comunitário do Parque da Cachoeira, uma das localidades atingidas pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na região Região Metropolitana de Belo Horizonte.

No próximo dia 25 de janeiro, a tragédia completará um ano; 270 pessoas morreram, sendo que 11 ainda não foram identificadas – as operações de resgate do Corpo de Bombeiros são realizadas incessantemente. Como forma de homenagear e lembrar as vidas levadas pela lama, a Itatiaia veicula neste mês a série ‘Memórias de um ano que não passou’. 

O vínculo de Adílson com a comunidade do Parque da Cachoeira foi fortalecido há sete anos, quando ele abriu um comércio, o qual atribuiu o nome “Vida Nova”. Contudo, após a tragédia, a sensação é de que não será possível continuar com as vendas e que procurar uma nova alternativa será preciso. Ele perdeu dez amigos. 

“Eu creio que neste mês eu fecho as portas porque não tem como eu manter mais minha filha família aqui com o comércio. Eu não sei o que vou fazer daqui para frente”, desabafa.

Clique aqui e ouça a matéria completa com o repórter João Felipe Lolli

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