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Itatiaia lista políticos mineiros delatados pela Odebrecht; propinas somam R$ 22 milhões

Por Redação , 19/04/2017 às 07:38
atualizado em: 20/04/2017 às 08:13

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Foto: Aécio Neves 
Aécio Neves 

Dezenas de políticos mineiros são citados por executivos da Odebrecht

Depois de divulgar áudios e documentos relacionados às delações da Odebrecht, no âmbito da Operação Lava Jato, a reportagem da Itatiaia mapeou os nomes de 40 políticos mineiros citados pelos delatores. Eles foram apontados, principalmente, na planilha do delator Benedicto da Silva Junior, responsável pelo centro de distribuição de propina da construtora (Ouça a matéria com a lista completa no áudio acima).

Os nomes do governador Fernando Pimentel e dos senadores Aécio Neves e Antônio Augusto Anastasia, assim como do ex-prefeito Marcio Lacerda, já foram apontados como alvos das delações. Mas a lista é bem maior e diversificada, incluindo vereadores, ex-vereadores, deputados estaduais e federais.

Ao todo, juntos, de acordo com material entregue ao Ministério Público Federal, os mineiros receberam cerca de R$ 22 milhões como pagamento de Caixa 2, entre 2008 e 2014. Separadamente, os valores, que teriam sido repassados aos mineiros, vão até R$ 5 milhões.

Confira a lista dos políticos mineiros citados nas delações:


O senador Aécio Neves, para o qual o ministro do STF Edson Fachin solicitou a abertura de cinco inquéritos, aparece na lista de Caixa 2 da Odebrecht, com o apelido “Mineirinho”, e como tendo recebido o montante de 5 milhões e 250 mil reais em 2010. Por meio da assessoria de imprensa, ele respondeu que os delatores não apresentam nenhuma prova ou documento que mostre qualquer ato ilícito da parte do senador. Segundo o texto, Aécio Neves não recebeu recursos de caixa 2. Ainda de acordo com a assessoria, na condição de dirigente partidário do PSDB, o senador pediu apoio da empresa a vários candidatos, mas sempre dentro da lei. 

Antônio Augusto Anastasia 
O também tucano senador Antônio Anastasia, tratado pelo codinome de “Dengo” na planilha, segundo o delator, teria recebido em 2010, 5 milhões e 475 mil reais. Em nota, a assessoria do político afirma que, mais uma vez, em toda a sua trajetória, Anastasia nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém.

Fernando Pimentel 
O governador de Minas Fernando Pimentel, tratado como “Do Reino” na planilha, aparece duas vezes. Segundo o delator, ele teria recebido 250 mil reais, em 2010, para defender privatizações e concessões. O advogado do petista, Eugênio Paccelli, respondeu que não há na planilha nada que aponte um único dado concreto a ser respondido. Segundo o defensor de Pimentel, por desconhecer a contabilidade dessa empresa, por não saber quando a tal planilha foi feita e por desconhecer se ela tem valor probatório, não é possível dar credibilidade a esse desenho.

Antônio Andrade
O peemedebista Antônio Andrade, presidente do partido em Minas e vice-governador do estado, é tratado na planilha pelo apelido de “Wanda” e seria destinatário de 275 mil reais, em 2010, na campanha para deputado federal. O retorno seria apresentar emendas e defender projetos de interesse da empreiteira. Em nota, o vice-governador afirmou que ‘não recebeu nenhum valor da Odebrecht e todas as doações e despesas daquela eleição foram devidamente declaradas à Justiça Eleitoral, e a prestação de contas, aprovada. O Diretório Estadual do PMDB/MG, presidido por mim, recebeu, naquele ano, doação da referida empresa, que também foi declarada ao TER'.

Márcio Lacerda 
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, do PSB, apelidado de “Poste” na lista, teria recebido 500 mil reais em 2012 e 500 mil em 2014. A assessoria de Lacerda destaca que nos depoimentos da delação não há nenhuma acusação de corrupção contra ele. Ainda segundo o texto, todos os recursos recebidos pela campanha foram oficialmente declarados, não houve Caixa 2 e em nenhuma obra da gestão de Marcio Lacerda houve qualquer tipo de contrapartida, propina ou troca de favores. 

Alberto Pinto Coelho
O ex-governador Alberto Pinto Coelho, do PP, apelidado de “Da Casa”, teria recebido 825 mil reais. Um dos propósitos seria o desenvolvimento de projetos de interesse da empreiteira. Por  meio da assessoria, ele informou que não irá comentar o assunto e que desconhece totalmente o teor da delação, bem como a motivação que originou tais menções improcedentes. Ainda segundo a assessoria, ele nunca foi e nem está citado judicialmente 

Fábio Ramalho
Citado como “Barrigudo”, o deputado federal Fábio Ramalho, do PMDB, aparece como tendo recebido 50 mil reais para apresentar projetos e emendas de interesse da empreiteira. Fábio garante que não recebeu nada da Odebrecht no ano de 2010.  Diz ainda que fatos narrados neste momento são frutos de confusão ou de má fé.

Dimas Fabiano Toledo Jr.
O deputado federal Dimas Toledo Fabiano Júnior, do PP, apelidado de “Filhinho” ou “Gordo”, é o recordista de valores. Na planilha ele aparece como destinatário de 3 milhões e 250 mil reais e aparece descrito como deputado da base de Aécio.  Em nota, ele respondeu que não recebeu e nem intermediou doações do Grupo Odebrecht para campanhas eleitorais suas ou de qualquer outro candidato. Ainda de acordo com ele, a citação ou tem o propósito de camuflar valores destinados a outros políticos ou encobrir desvios de recursos ocorridos na própria empresa. 

Domingos Sávio
Presidente estadual do PSDB e deputado federal, Domingos Sávio é citado nas delações da Odebrecht porque teria recebido 25 mil reais de contribuição ilegal. Em troca do dinheiro, o deputado, apelidado de “Sábado”, apresentaria emendas ou defenderia projetos do interesse da companhia. Em nota, Domingos Sávio afirmou que jamais teve contato com qualquer pessoa dessa empresa ou recebeu recursos não declarados da empreiteira.

Rodrigo de Castro 
Segundo a assessoria de imprensa do deputado federal tucano Rodrigo de Castro, apelidado de “Castor”, que também aparece na lista, apontado por ter recebido 250 mil reais para defender projetos da construtora e apresentar emendas favoráveis, o parlamentar quer ter primeiro acesso às delações e deve se posicionar ainda hoje.  

Mauro Lopes 
Mauro Lopes, deputado federal pelo PMDB, informou à reportagem da Itatiaia que recebeu a quantia de 25 mil reais da Odebrecht, em doação legal, e que o restante da campanha de 2014 foi financiado pelos próprios filhos empresários. Na planilha, ele é tratado pelo apelido de “Cintinho” e mencionado como receptor de 50 mil reais, disposto a apresentar emendas e defender interesses da empresa no parlamento.

Weliton Prado 
O Deputado Federal Weliton Prado, do PMB, irmão de Elismar Prado, recebeu na lista o nome de “Fragmentada” e teria sido destinatário, segundo a planilha, de 100 mil reais em 2010, também para possivelmente defender interesses da empresa. Por meio da assessoria de imprensa, ele respondeu que não está incluído em nenhuma lista de investigados do Ministério Público e do Supremo Tribunal Federal, e que os recursos recebidos em suas campanhas foram declarados e aprovados.  

Júlio Delgado 
Com o apelido de “Zagueiro”, o deputado federal Júlio Delgado, do PSB, esclarece que, em seus cinco mandatos na Câmara dos Deputados, jamais apresentou qualquer emenda,  projeto de lei, representação ou foi relator de proposta de interesse da Odebrecht. Na planilha, entregue ao Ministério Público, a empresa teria repassado 100 mil reais para ele. O deputado diz ainda que todas as doações de campanha foram contabilizadas na Justiça Federal.

Jaime Martins
Deputado federal pelo PSD, Jaime Martins é citado na planilha entregue ao MP com o codinome de “Asfalto”. Ele teria recebido 50 mil reais da empreiteira para defender projetos de interesse da companhia. O político lamenta a onda de denuncismo e repudia denúncias covardes.

Marcos Montes 
Líder do PSD na Câmara, o deputado federal Marcos Montes é mencionado nas delações como tendo sido beneficiado com 50 mil reais para favorecer a Odebrecht, por meio da apresentação de emendas ou da defesa de projetos do interesse da companhia. Marcos Montes é identificado na planilha entregue ao Ministério Público com o apelido de “Montanha”.  Em nota, o deputado informou que seu nome não está em nenhuma lista da Justiça ou do Ministério Público e que estão misturando doações legais com corrupção, e ainda, caixa 2 com corrupção.

Carlos Melles
Citado como o beneficiário de contribuição ilícita por parte da Odebrecht, o deputado federal pelo DEM Carlos Melles teria recebido 50 mil reais. Em troca, o deputado, apelidado de “Da Hora”, favoreceria a empresa com emendas ou propostas de projetos de interesse da companhia. Procurado pela Itatiaia, Carlos Melles garantiu que não foi citado em nenhuma delação e jamais recebeu qualquer doação irregular de campanha.

Luiz Fernando Faria 
O deputado federal Luiz Fernando Faria, do PP, tratado pelo codinome “Lima” na planilha, teria recebido 50 mil reais. Ele não atendeu às ligações e nem retornou as mensagens. 

Paulo Abi Ackel
Deputado federal pelo PSDB, Paulo Abi Ackel, identificado na planilha como “Diamante”, teria recebido 100 mil reais também para favorecer a Odebrecht, apresentando emendas ou defendendo projetos de interesse da companhia. Em nota, a assessoria do deputado diz que todas as doações de campanhas foram informadas em suas prestações de contas e aprovadas pelo TRE. O parlamentar também nega que tenha recebido doações de forma irregular e assegura que suas campanhas sempre foram feitas de acordo com a lei. 

Gustavo Valadares 
Apelidado de “Tio”, o deputado estadual Gustavo Valadares, do PSDB, teria recebido 50 mil reais da Odebrecht para atuar a favor da empresa por meio de emendas ou projetos.  O parlamentar informou à Itatiaia que, em 2014, recebeu da empresa duas parcelas: uma de 20 e outra de 80 mil reais, ambas em doações legais feitas pela empresa através do partido. O parlamentar disse também que nunca pediu nada à empresa e que não faz ideia do porque recebeu o apelido de “Tio”. 

Gustavo Correa 
O deputado estadual Gustavo Correa, do DEM, líder do Bloco da Minoria na Assembleia Legislativa, com o apelido de “Dentada” na lista entregue por um dos delatores ao Ministério Público, teria recebido 50 mil reais em 2010 para apresentar emendas e defender projetos da Odebrecht. Ele não se posicionou sobre o assunto. 

Arlete Magalhães
A Deputada Arlete Magalhães, do PV, tratada por “Navalha” na planilha, teria recebido 
75 mil reais, segundo delator, por pedido de apoio solicitado pelo irmão, o vereador Wellington Magalhães, do PMN. À reportagem da Itatiaia, ela respondeu que não foi citada judicialmente em nenhum inquérito e informou que não recebeu nenhuma doação da empresa citada. 

Elismar Prado
O deputado estadual Elismar Prado, do PDT, aparece na lista com o codinome “Jornalista” e teria sido o receptor de 100 mil reais em 2010, segundo o delator, apresentando disposição a propor emendas de interesse da Odebrecht. Em nota, ele afirma estar tranquilo, diz que a citação não faz o menor sentido, que não conhece o executivo e delator da Odebrecht Benedito Junior, e declara que sua prestação de contas foi devidamente apresentada e aprovada. 

Gil Pereira 
O deputado estadual Gil Pereira, do PP, apelidado de “Lagarto”, é apontado como o deputado estadual que mais teria recebido recursos em 2010, com a disposição de defender recursos da empresa. A soma dos valores dá a quantia de 250 mil reais. Por meio da assessoria de imprensa, ela afirmou que desconhece e repudia toda e qualquer ilação ou impropérios que envolvam sua conduta parlamentar.

Nilmário Miranda 
O secretário de direitos humanos do governo de Minas, Nilmário Miranda, aparece na planilha com o codinome “Metalúrgico”, como tento recebido 12 mil reais da empreiteira em 2010 na campanha para deputado federal. Segundo ele, isso é uma mentira descabida. O petista afirma que nunca recebeu nenhum centavo da empresa. Ainda segundo Nilmário, ele está discutindo com advogados a possibilidade de processar o delator.

Bruno Siqueira 
O “Sino” da lista, Bruno Siqueira, do PMDB, atual prefeito de Juiz de Fora, teria recebido 25 mil reais de contribuição ilegal. Ele afirma que todas as doações recebidas em campanha foram na forma exigida pela legislação. Bruno diz que a Odebrecht não possui nenhuma obra e projeto executado ou em andamento na cidade de Juiz de Fora.

José Fernando de Oliveira 
O peemedebista José Fernando de Oliveira, prefeito de Conceição do Mato Dentro, em 2010 foi candidato ao governo de Minas pelo PV. Ele é mencionado na lista como “Azeitona”, sendo o destinatário de 50 mil reais, que seriam pagos, em tese, com o desenvolvimento de projetos de infraestrutura de interesse da empreiteira.  O prefeito não foi localizado para falar do assunto. 

Wellington Magalhães 
Vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de BH, Wellington Magalhães, do PTN, teria recebido R$ 155 mil para defesa dos interesses da empresa. O pagamento ao “Navalha” teria sido feito em 2012. Magalhães também é identificado com “Aço”. O Vereador garante desconhecer qualquer financiamento que envolva caixa 2. Ele acrescenta que todas as campanhas em que concorreu tiveram as contas apresentadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.
 
Eduardo Azeredo 
De acordo com a planilha da Odebrecht, o ex-governador de Minas pelo PSDB Eduardo Azeredo, apelidado de “Padrinho”, teria recebido 50 mil reais para apresentar emendas ou defender projetos do interesse da companhia. O ex-governador afirmou à reportagem da Itatiaia que a campanha dele recebeu doação da Odebrecht, mas dentro do que manda a lei. 

Carlin Moura
Informações da lista de delações da Odebrecht dão conta de que o ex-prefeito de Contagem, Carlin Moura, do PC do B, teria recebido 32 mil reais para saldar dívidas de campanha. Apelidado de “Barão”, ele ainda teria ganhado outros 25 mil reais para apoiar candidatos do PC do B. Carlin Moura alega que nunca esteve com ninguém da Odebrecht para tratar de financiamento de campanha, e que todas as doações da campanha de 2012 foram devidamente contabilizadas. 

Pimenta da Veiga 
Pimenta da Veiga, que foi candidato ao governo de Minas pelo PSDB em 2014, aparece na lista como “Gordo” e teria recebido três milhões de reais. À Itatiaia, ele informou que o relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, não acatou pedido do Ministério Público contra ele e que, portanto, ele não tem nada a declarar. 

Alexandre Silveira 
O delegado Alexandre Silveira, do PSD, ex-deputado federal e atual suplente de Antônio Anastásia no senado, é apontado na planilha pelo apelido de “Silo”, como receptor de 50 mil reais para apresentação de emendas e defesa de projetos de interesse da Odebrecht. Ele negou a acusação e lançou um desafio, pedindo aos delatores que provem que o que estão dizendo é verdade. Ainda de acordo com ele, a Odebrecht nunca prestou serviço para nenhum órgão na gestão dele, nem mesmo no DNIT. 

Juarez Amorim
Juarez Amorim, ex-presidente do PPS, tem dois apelidos na listagem: “Doutor” e “Segundo”. Ele teria recebido 300 mil reais da Odebrecht para apoio a candidatos. Em nota, Juarez se diz surpreso e nega qualquer envolvimento com a Odebrecht.  

João Bitar
Ex-deputado federal pelo DEM, João Bitar, identificado pelo apelido de “Triângulo”, teria ganhado 50 mil reais para favorecer a Odebrecht por meio de emendas ou projetos. O político não foi localizado para comentar as denúncias.

Bernardo Santana 
O ex-deputado federal Bernardo Santana, do PR, ex-secretário de Defesa Social de Minas Gerais, apelidado de “Igreja” na planilha, teria recebido, segundo o delator, 150 mil reais em 2010 para apresentar emendas e defender projetos de interesse da empresa. Até o momento, o parlamentar não retornou às ligações e nem às mensagens com pedido de resposta.

Elbe Brandão  
A ex-deputada Elbe Brandão, do PSDB, apelidada de “Fazendão”, teria recebido 50 mil reais. Em contato com a Itatiaia, Elbe afirmou que não conhece nenhum executivo da Odebrecht, que não foi candidata a nenhum cargo em 2010 e que a inclusão de seu nome na lista trata-se de um equívoco. 

Maria do Carmo Lara Rezende 
Ex-prefeita de Betim, a petista Maria do Carmo Lara Rezende, que estaria entre os mencionados, informou, através de nota, que as doações recebidas na campanha de 2012 foram declaradas e aprovadas junto à Justiça Eleitoral. Ela também diz que jamais manteve contato com executivos da Odebrecht, que a empresa não executou nenhum tipo de serviço em Betim durante sua gestão e que não existe nenhum inquérito aberto contra ela para investigar eventuais doações da Odebrecht.  

Célio Moreira 
O ex-deputado estadual tucano Célio Moreira, apelidado de “Francês”, teria recebido, em 2010, 100 mil reais para propor emendas favoráveis à empresa. Em nota, ele respondeu que repudia a citação.

Márcio Reinaldo
O ex-prefeito de Sete Lagoas Márcio Reinaldo, do PP, apelidado na lista de “Jogador”, e colocado como destinatário de 50 mil reais em troca de se dispor a defender interesses da empresa, tem negado as acusações. 

Tarcísio Caixeta 
O ex-vereador pelo PC do B Tarcísio Caixeta, hoje diretor da Prodabel, chamado de “Fósforo” na planilha das contribuições ilícitas, também diz desconhecer financiamento de campanha com caixa 2. Caixeta disse que o dinheiro recebido foi declarado à Justiça e, portanto, a doação foi legal.

Pablito
Ex-vereador pelo PSDB, Pablito, nega ter recebido recursos não declarados. Ele, que é chamado na lista de “Calvo”, garante que duas doações feitas por meio do partido no valor total de 100 mil reais estão declaradas e comprovadas na prestação de conta de campanha de 2014.

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