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Há décadas esperando uma solução, quem passa pela BR-381 tem motivos de sobra para reclamar

Reportagem da Rádio Itatiaia percorreu alguns pontos da rodovia, onde ainda não há duplicação, e traz relatos de motoristas

Por Cléver Ribeiro , 21/07/2021 às 19:28
atualizado em: 21/07/2021 às 19:37

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Foto: Reprodução / Google Street View
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Debate no TCU sobre duplicação do trecho ficou para a semana que vem

Esperando por uma solução para o grande número de acidentes, que fazem a BR-381, entre Belo Horizonte e Governador Valadares, ser conhecida por Rodovia da Morte, quem passa pela estrada federal que corta Minas, no trecho de pista simples, tem motivo para reclamar da situação, que já é conhecida. 

A reportagem da Rádio Itatiaia percorreu alguns pontos da rodovia, onde ainda não há duplicação. Os motoristas que passam pela BR-381 a partir do Anel Rodoviário, em Belo Horizonte, seguindo por Santa Luzia, e indo até o limite de Sabará com Caeté, relataram a situação difícil enfrentada. 

O trabalhador de uma empresa de segurança privada Fernando Cunho, de 63 anos, diz conhecer bem o trecho que ainda não foi duplicado e fala que tem esperança na melhoria.
  
“Conheço essa rodovia há muitos anos. Eu moro em Sabará e a gente circula aqui diariamente. A situação é vergonhosa, mas eu acredito muito no nosso presidente. É nele que nós estamos buscando ter um alicerce. Vem a melhoria sim. Ele fez em tantos outros lugares e vai fazer por Minas também.”, declara. 

Sobre a situação da estrada, Fernando relata dificuldades para trafegar pela rodovia. “Agora, esse trecho é muito ruim. Complicadíssimo. Eu vou até a entrada de Santa Luzia e passo por dentro (da cidade). Não dou conta de passar por ela (BR-381).”, avalia.     

Já o motorista de aplicativo Ricardo Antunes, de 33 anos, não tem esperança em relação a melhoria do trecho. “É complicado. Para chegar em Caeté, todo dia é essa situação que você está vendo, complicada. A promessa é de melhorar e nunca melhora. Pelo jeito, vai ficar isso para o resto da vida. Eu não acredito que as obras vão começar no ano que vem. Falam que vão duplicar isso aí e nada. É revoltante. Olha o preço da gasolina. É tanto imposto que a gente paga e nada.”, descrente, fala o condutor. 

O gesseiro José Silva Bandeira, 47 anos, relata as dificuldades, mas diz acreditar na promessa do Governo Federal. “Nosso Deus. É muito agarrado. Eu sempre estou indo em Caeté e Roças Novas fazer serviço e agarra desde a favelinha da Luz até o trevo de Ravena. Em Roças Novas, que o trecho já foi duplicado, começa a ter uma melhora, mas essa parte precisa duplicar urgentemente. Eu acredito um pouco no Bolsonaro. Acredito que agora vai.”, se mostra confiante.    

Leia também: TCU adia análise de processo que abre caminho para duplicação da BR-381, em Minas

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