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Polícia encontra quatro suspeitos de matar guarda com tiro na nuca na Grande BH

Corpo do GM foi encontrado em Mário Campos; suspeitos ostentaram bebidas nas redes sociais

Por com informações de Amanda Antunes, 14/01/2022 às 16:54
atualizado em: 14/01/2022 às 21:15

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Foto: Reprodução / Redes Sociais
Reprodução / Redes Sociais

Carlos Alberto Oliveira Junior estava de férias, atuava como motorista de aplicativo e teria sido ví

A Polícia Militar prendeu, na tarde desta sexta-feira (14), uma dupla suspeita de envolvimento na morte de um guarda civil municipal de Belo Horizonte de 37 anos. Segundo informações da PM, outros dois adolescentes ajudaram no crime. Eles foram localizados na cidade de Ibirité, na Região Metropolitana de BH. Os quatro serão levados para a delegacia de plantão em Betim. 

O corpo de Carlos Alberto Oliveira Junior foi encontrado um tiro na nuca em uma estrada perto de Mário Campos, na Grande BH, nesta manhã. Ele estava de férias da corporação e  trabalhava como motorista de aplicativo. O guarda era casado e deixou dois filhos, que ainda são crianças.

Os militares do 48º batalhão identificaram os suspeitos após eles divulgarem nas redes sociais uma foto com bebidas alcoólicas, energético, além de cartões bancários e uma arma de fogo com munições. A polícia acredita que a arma e os documentos são do guarda civil municipal. 

Segundo a família, Júnior costumava dirigir até 03h da madrugada, mas não voltou para casa nessa sexta. No aplicativo do banco constavam compras de R$ 199 às 02h - a polícia suspeita que os criminosos usaram o dinheiro da vítima para comprar bebidas. 

Prisões

O comandante do 48º BPM, tenente coronel Cleidson, explicou à Itatiaia como a polícia chegou aos quatro suspeitos. "Localizamos o veículo que foi abandonado em Ibirité e constatamos que era do guarda, que teria sido vítima dessa quadrilha. Iniciamos uma operação que culminou com a prisão de dois maiores, apreensão de dois menores, apreensão da arma do GM, uma réplica e demais produtos". 

O comandante da guarda municipal de BH, Rodrigo Prates, afirmou à Itatiaia que o crime não pode ficar impune. "Vamos responsabilizar as pessoas que fizeram isso. É lamentável a perda (do nosso colega)".  

Em nota, a assessoria de imprensa da Guarda Municipal lamentou a morte do servidor e afirmou que Carlos Júnior atuava na profissão há 13 anos. "Nesse momento estamos com nossos esforços institucionais voltados ao apoio à família e no intento de, juntamente com os demais órgãos de segurança pública, encontrar os responsáveis pela morte do companheiro, a fim de que sejam entregues às autoridades. 

 

 

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