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Eleição em BH: crítico à atuação de Kalil na pandemia, presidente da CDL é oficializado candidato à prefeitura

Marcelo de Souza e Silva, o presidente municipal da legenda e o deputado estadual Doorgal Andrada participaram presencialmente de uma convenção no Mercado Central

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Por Bryan Gonçalves | 31/08/2020 às 16:45
CDL/Divulgação
Foto: CDL/Divulgação

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Marcelo de Souza e Silva, aceitou nesta segunda-feira a indicação do Patriota para ser candidato pelo partido à prefeitura da capital mineira nas eleições deste ano.

O empresário é bacharel em Administração e Ciências Contábeis e tem passagens pela Junta Comercial do estado de Minas Gerais e Secretaria de Administração Regional Municipal Centro-Sul, da Prefeitura de BH. Desde 2009 ele presidia a CDL, de onde vai se licenciar para concorrer à prefeitura.

“Plano de trabalho muito bem elaborado, muita vontade de trabalhar, muita ação, articulação e diálogo. É o que a gente não vê em Belo Horizonte. Nós vamos levar muitas propostas, propostas da causa animal, da mobilidade, da educação, da saúde, da segurança. Vamos melhorar os ambientes de convivência das pessoas. É isso que nós queremos”, disse.

“Na campanha eu vou estar com cada um de vocês, acolhendo sugestões para que a gente possa fazer de BH uma capital de excelência. Nós precisamos que o cidadão de BH tenha orgulho, ande de cabeça erguida na nossa cidade. Meu perfil é de muito trabalho, de buscar soluções para os problemas”, completou.

O candidato à vice do Patriota ainda não foi definido. Os partidos têm até 16 de setembro para realizarem as convenções e até 26 de setembro para oficializarem as candidaturas no sistema eletrônico da Justiça Eleitoral.

Oposição

Marcelo tem divergido das ações tomadas pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), no enfrentamento à pandemia de covid-19. Quando Kalil voltou atrás na reabertura do comércio, em junho, o dirigente foi a público questionar onde estavam os leitos prometidos pela prefeitura.

Em julho, quando só as atividades essenciais podiam funcionar na cidade, o presidente da CDL-BH repetiu a cobrança em relação aos leitos e criticou Kalil. “Senhor prefeito, o senhor virou as costas para o comércio. O comércio de Belo Horizonte está sangrando por sua culpa”, disse Marcelo. “A prefeitura falhou em não cumprir o que tinha que fazer e agora está penalizando a gente”, completou.

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