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Cruzeiro volta a conviver com atraso de salários; clube deve duas folhas e meia ao elenco profissional

Para a parte administrativa, o clube deve duas folhas salariais

Bruno Haddad/ Cruzeiro
Foto: Bruno Haddad/ Cruzeiro

Vivendo a sua maior crise na história, o Cruzeiro segue o calvário e completou mais um mês de salários atrasados no último quinto dia útil de dezembro. Agora são duas folhas e meia do elenco profissional e duas folhas da parte administrativa, que inclui o futebol de base e também o feminino. 

Após assumir o clube em junho, o presidente Sérgio Santos Rodrigues chegou a pagar salários em dia, mas isso durou apenas até o mês de agosto. Desde então, a rotina de atrasos voltou a assombrar o clube. Com alguns acordos trabalhistas, acordos de dívidas na FIFA e a volta de jogadores que recebem um salário considerável, a situação piorou. Só com os retornos de Henrique, Jadson, Sassá e Marquinhos Gabriel, que deixou o clube recentemente, houve acréscimo de mais de R$500 mil na folha mensal. 

Para quitar outros meses, o Cruzeiro contou com as vendas de Renato Kayzer e Caio Rosa. Mas agora a situação travou. A esperança é fechar a negociação de Orejuela com o Grêmio. Aí resta saber qual será o desconto dado ao tricolor gaúcho e quanto realmente vai entrar nos cofres. 

Procurado, o clube enviou uma nota à Itatiaia: “A diretoria do Cruzeiro Esporte Clube tem ciência da responsabilidade de se manter os salários em dia e está trabalhando de forma árdua e contínua para resolver as pendências com os seus colaboradores”.

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