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Cruzeiro 100 anos: copeiro, clube é o terceiro brasileiro com mais títulos internacionais

Quase imbatível nos torneios sul-americanos, Raposa ganhou o apelido de “La Bestia Negra” pela imprensa estrangeira

Por Fábio Rocha, 02/01/2021 às 07:00

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Foto: Cruzeiro/Divulgação
Cruzeiro/Divulgação

Registros dos dois títulos da Libertadores conquistados pelo Cruzeiro em 1976 e 1997

Na imensa história centenária do Cruzeiro, de glórias e conquistas, um capítulo deve ser destacado: os títulos internacionais que o clube conquistou e que o fizeram se tornar tão temido pelos adversários. Historicamente reconhecida como uma equipe copeira, a Raposa é o terceiro clube brasileiro com mais troféus no exterior, sendo sete no total.

No Brasil, o Cruzeiro fica atrás apenas de Santos (8) e São Paulo (12) em número de títulos internacionais e está empatado com o Inter, que também possui sete taças.

A história de conquistas internacionais da Raposa começou em 1976 com a Copa Libertadores. Na final, o Cruzeiro venceu o River Plate, da Argentina, após a disputa de três jogos. Durante a campanha, teve goleada por 7 a 1 sobre o Alianza Lima, do Peru, como homenagem a Roberto Batata, o camisa 7 do time celeste morto dias antes em um acidente automobilístico, além da “irresponsabilidade” de Joãozinho, que se antecipou a Nelinho, cobrador de faltas da equipe, e marcou, em uma linda batida, o gol que garantiu a vitória por 3 a 2 sobre o River no terceiro jogo da decisão.

Palhinha, Piazza e Raul Plassmann com o troféu da Libertadores de 1976 (Fotos: Divulgação/Cruzeiro)

Na década de 1990, veio a era dourada do Cruzeiro em relação aos títulos internacionais. As outras seis conquistas da história do clube foram obtidas nesta época: o bicampeonato da Libertadores (1997), as duas taças da Supercopa (1991 e 1992), a Copa Ouro (1995), a Copa Master da Supercopa (1995) e a Recopa Sul-Americana (1998).

O espetacular desempenho transformou o Cruzeiro no segundo maior campeão das competições da Conmebol na década de 1990, atrás somente do São Paulo, que faturou sete taças. A Raposa ficou à frente de equipes tradicionais, como Boca Juniors, Independiente e Vélez Sarsfield, que levantaram três troféus cada no período.

“La Bestia Negra”

Mas um pouco antes dos títulos seguidos da década de 1990, o Cruzeiro já começava a incomodar os rivais sul-americanos e ganhou um apelido que perdura até os dias de hoje: “La Bestia Negra”.

A alcunha foi dada ao Cruzeiro pela primeira vez em 1989 pela imprensa do Paraguai. Após perder por dois gols de diferença para o Olimpia, em um jogo da Supercopa, o time celeste conseguiu reverter o placar no Mineirão e venceu por 3 a 0. Por isso, a mídia paraguaia começou a chamar a Raposa de “La Bestia Negra” do Olimpia.

Depois, o Cruzeiro começou a ser imbatível nos duelos contra o Colo-Colo, do Chile. A fama da “La Bestia Negra” ganhou repercussão também entre os chilenos. Posteriormente, a alcunha celeste alcançou outros países, onde os times também sofreram com a Raposa nas competições internacionais. Atualmente, diversas regiões sul-americanas conhecem o Cruzeiro como “La Bestia Negra” e ainda temem a equipe celeste quando se enfrentam pela Libertadores.

O volante Ademir levanta a taça da Supercopa de 1991 (Foto: Cruzeiro/Divulgação)

Confira os títulos internacionais do Cruzeiro:

- Copa Libertadores 1976 e 1997
- Supercopa 1991 e 1992
- Copa Ouro 1995
- Copa Master da Supercopa 1995
- Recopa Sul-Americana 1998

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