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Covid-19: países se movimentam para conter disseminação da variante Ômicron

Mutações tornam variante mais transmissível e levam o mundo a adotar medidas drásticas

Por Redação, 29/11/2021 às 07:18
atualizado em: 29/11/2021 às 07:35

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Os ministros da Saúde de países desenvolvidos, integrantes do G7, fazem reunião de emergência nesta segunda-feira (29) devido à nova variante africana Ômicron, da covid-19. O encontro ocorre após a Organização Mundial da Saúde (OMS) revelar que a cepa pode ser resistente às vacinas.

As mutações da nova variante que a tornam mais transmissível levam o mundo a adotar medidas drásticas. O Japão decidiu fechar o território para todos os visitantes estrangeiros a partir desta terça-feira (1º). A Austrália suspendeu a reabertura dessas fronteiras.

Na Europa, Portugal detectou os primeiros casos da Ômicron em jogadores de um clube de futebol que estiveram em Moçambique. 

Em nota técnica, dirigida aos 194 estados membros, a OMS sublinha que o grande número de mutações da Ômicron pode torná-la resistente aos imunizantes disponíveis. A cepa também é muito mais transmissível com isso o risco de propagação global considerado muito elevado pela OMS

Nos Estados Unidos, a partir desta segunda-feira, estão proibidas as chegadas de voos com origem na África do Sul e mais sete países africanos: Botswana, Zimbábue, Namíbia, Lesoto, Suazilândia, Moçambique e Malawi.

Canadá, Reino Unido, Alemanha e Itália também já haviam proibido a entrada de estrangeiros, vindos de alguns destes países da África.

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