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Comércio em si não aumenta risco, mas pessoas se aglomeram para ir às compras, diz secretário de BH

Serviços não essenciais foram fechados em 6 de março, em meio ao avanço da covid-19

Por Redação, 02/04/2021 às 11:20
atualizado em: 02/04/2021 às 11:30

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Foto: Amira Hissa/PBH
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Secretário de Saúde de BH, Jackson Machado Pinto falou sobre fechamento de atividades na cidade

O secretário de Saúde de Belo Horizonte, Jackson Machado Pinto, afirmou que a prefeitura entende que o comércio em si não dissemina a covid-19. Ele ressaltou, porém, que a restrição é necessária porque os consumidores se aglomeram na hora de ir às compras, o que aumenta a transmissão da doença. A declaração foi dada nessa quarta-feira (31), em audiência pública na Câmara Municipal.

“Enquanto as pessoas não estiverem devidamente vacinadas, nós não podemos aglomerar. Todas as decisões de fechamento foram no sentido de evitar a aglomeração de pessoas. Obviamente que nós sabemos que não é a atividade comercial em si que traz o risco aumentado, é a aglomeração de pessoas. Como as pessoas se aglomeram para sair de casa para fazer compra etc., a tentativa sempre é de evitar que isso aconteça”, explicou o secretário.

Os serviços não essenciais foram fechados em BH no dia 6 de março, em meio ao avanço do novo coronavírus. O RT, índice que mede a velocidade de transmissão da doença, chegou ao pico no dia 15, ao alcançar 1,28 (cada grupo de 100 contaminados repassando a covid-19 para 128 pessoas). Desde então, tem reduzido e, nessa quinta-feira (1º), era de 1,06 (cada grupo de 100 contaminados repassando a covid-19 para 106 pessoas).

Ainda não houve reflexo dessa queda na ocupação de UTIs, que só diminuiu e chegou a 92,5% após o aumento do número de leitos nos últimos dias.

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