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Bebê nasce com mais de 7kg e 61 centímetros, no Pará, e preocupa médicos

Médicas acreditam que diabetes gestacional da mãe influenciou no peso e no tamanho do bebê

Por Leonardo Gimenez*, 30/11/2021 às 10:55
atualizado em: 30/11/2021 às 12:10

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Foto: Santa Casa do Pará/Divulgação
Santa Casa do Pará/Divulgação

Estefany nasceu com 7,038kg e 61 cm, no dia 15 de novembro, em Belém

O nascimento de um superbebê (quando o peso supera os quatro quilos no momento do parto) tem chamado a atenção de médicos e especialistas, em Belém, no Pará.

Estefany Araújo Evangelista nasceu no dia 15 de novembro com impressionantes 7,038 quilos e 61 centímetros, na Santa Casa do Pará. Ela é a primeira filha de um casal de agricultores, Francilene do Espírito Santo Araújo e Paulo César Santana Evangelista.

De acordo com o hospital, o obstetra Antônio de Pádua revelou que Estefany, que nasceu após uma gestação de nove meses, foi a maior criança já registrada na unidade.

Com quadro estável, a bebê está internada na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI). Os médicos acompanham a evolução do quadro de saúde. Por conta do alto peso e do tamanho, os profissionais temem que a criança sofra com hipoglicemia. Ela é um dos maiores bebês já registrados no país nas últimas décadas.

Segundo relatou a pediatra e neonatologista Vilma Hultim,  o peso normal de um bebê se aproxima de 2,5  a 3,999 quilos. "Com o peso acima de sete, é preciso investigar as causas que estimulam todo esse crescimento", disse.

Francilene, mãe da criança, acredita que a filha nasceu grande porque comeu muito ao longo da gestação. "A médica disse que a minha filha precisa ficar mais um pouco aqui por causa que nasceu muito grande. Lá em casa, souberam que ela é grandona pelas fotos do celular", contou.

Conforme a médica Olivia Mota, a mãe desenvolveu diabetes gestacional. "As mães que têm diabetes gestacional dão à luz a crianças muito grandes. Normalmente, são bebês maiores que quatro quilos, e não tão grandes quanto a Estefany, que surpreendeu pelo peso que nasceu. Uma das prováveis causas foi a diabetes gestacional da mãe. Como ela foge do padrão de tamanho, a princípio, ela foi acomodada em um berço aquecido, pois não coube dentro do isolete", detalhou.

Os pais disseram que todas as roupinhas que seriam usadas na criança foram perdidas. "Não deu nela pelo tamanho. Agora, estamos sem as roupas ideais, temos que fazer um novo enxoval", falou Paulo César.

*Estagiário sob supervisão de Pedro Rocha Franco.

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