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Conheça protocolo que visa coibir o assédio em bares e restaurantes de BH

Estudo revelou que em SP, 66% das frequentadores de bares já foram assediadas; iniciativa ‘Quebre o silêncio’ traz medidas e orientações para lidar com a situação

Uma pesquisa chamada “Bares Sem Assédio”, feita com mulheres na cidade de São Paulo, reforça o que já é sabido sobre a situação em outras capitais, como em Belo Horizonte - que é considerada a capital dos botecos. 66% das mulheres já foram assediadas em bares ou restaurantes da cidade.

Entre as mulheres que trabalham ou já trabalharam nesses ambientes, o número sobe para 78%. O estudo revela também que 53% das entrevistadas já deixaram de ir a um bar por medo de assédio, 13% nunca se sentem seguras nestes ambientes e 41% só se sentem mais confortáveis na presença de um grupo de amigos.

Para tentar amenizar a situação de assédios na cidade de Belo Horizonte, a Prefeitura (PBH) criou o “Protocolo Quebre o Silêncio”. O documento traz uma série de medidas e orientações a bares, restaurantes e casas noturnas para o enfrentamento da violência sexual contra as frequentadoras, sejam elas mulheres transgênero, travestis ou cisgênero. O objetivo é que o documento se torne um instrumento de proteção dos direitos de todas as mulheres.

Pra explicar com funciona o Protocolo, o podcast “Observatório Feminino” deste domingo recebe Daniella Coelho, diretora de Políticas para as Mulheres de Belo Horizonte.

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