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Giovane Gávio abre jogo sobre expectativas do Joinville antes do início da temporada

Bicampeão olímpico, ex-jogador e atual presidente, vê clube disputar semifinal da Superliga Masculina

Eex-jogador e ex-treinador, Giovane Gávio vive nova fase na carreira. O bicampeão olímpico (Barcelona-1992 e Atenas-2004) é o presidente do Joinville, equipe estreante na Superliga Masculina que está disputando a semifinal do torneio. O gestor revelou, em entrevista exclusiva à Itatiaia, quais eram as expectativas antes da temporada começar.

“Lá atrás eu via esse time, no fundo, no fundo, com o objetivo de ficar entre os oito. A semifinal passou a ser um sonho com o passar do tempo. Achei que fôssemos classificar mais a frente, quinto, eu tinha essa sensação”, disse.

O Joinville terminou a primeira fase na sétima colocação com 34 pontos. Em 22 partidas, foram 11 vitórias e 11 derrotas. A equipe enfrentou e eliminou o Farma Conde/São José, vice-líder da fase classificatória.

Giovane também projetou o jogo semifinal. Joinville foi superado por 3 sets a 2 na primeira partida, em Bauru e agora joga pela sobrevivência no torneio.

“A semifinal eu acho que o jogo é aberto, assim como foi o primeiro. O Darlan fazendo a diferença, a gente enfrenta o próximo jogo agora de igual para igual. A gente vai para dentro, esse time é muito corajoso”, revelou.

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Análise sobre o elenco

O gestor comentou também sobre o elenco apresentado. Giovane elogiou o grupo de atletas do atual elenco.

“Nós temos jogadores que sabem jogar. O Brendle é o capitão do time, tem um papel muito bacana, não só como jogador, mas como capitão. Honorato teve experiência em um ano maravilhoso, vindo de uma competição importante que foi o Pré-Olímpico. Trabalhei com o Rhendrick na Seleção de base, sei da capacidade dele, para mim pode vir a ser um dos melhores levantadores do Brasil. Os dois centrais, Michel e Tales, sendo protagonistas dos jogos. É bonito de ver”, analisou.

O ex-ponteiro revelou qual foi a única frustração no ano com o grupo de jogadores. O oposto Bisset, de 28 anos, se lesionou durante a temporada. No entanto, houve uma ‘grata surpresa’, de acordo com o presidente.

“Uma pena foi a gente não ter tido o Bisset ao longo da temporada, teve uma lesão séria e ficou três meses parado. A grata surpresa do Walaf, é a primeira vez que joga a Superliga de titular, não é um negócio simples. E ele se saiu muito bem”, disse.


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Leonardo Parrela é repórter multimídia na área de esportes na Itatiaia. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, colaborou com Globo Esporte, UOL Esporte e Hoje Em Dia, onde cobriu Copa do Mundo, Olimpíada e grandes eventos.
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