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Galvão Bueno detona CBF após Brasil ficar fora da Olimpíada de Paris 2024

Futebol masculino brasileiro foi derrotado pela Argentina, neste domingo (11), por 1 a 0, e foi eliminado do Pré-Olímpico

Após o Brasil ter ficado fora dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 no futebol masculino, Galvão Bueno fez duras críticas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ao time comandado por Ramon Menezes. Por outro lado, com gol de Gondou, a Argentina se classificou para a Olimpíada na capital francesa.

Por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, Galvão lamentou mais um vexame da Seleção Brasileira e afirmou que é a pior fase da história do nosso futebol.

“Domingo de Carnaval, queria falar de avenida, de escola de samba, falar do meu Salgueiro, sorrir muito. Mas o futebol brasileiro masculino está fora dos Jogos Olímpicos de Paris. Completa apenas um pacote da pior fase da história do futebol brasileiro”, disse.

“Eu não vou falar de sub-20, de técnico, de jogador, que foi eliminado por Israel no Mundial Sub-20. Olha só, qual é a importância do futebol de Israel? Eu não vou falar da seleção principal, que está em sexto lugar [nas Eliminatórias] e vem do pior ano da história. Não vem dizer que foi pior que em 1940, porque não sei nem como era o futebol”, complementou.

Críticas à CBF

No vídeo, Galvão Bueno também comentou o retorno de Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF. Entre 7 de dezembro do ano passado até 4 de janeiro de 2024, o dirigente foi afastado do cargo.

“A CBF tem presidente, não tem presidente, volta o presidente, vai continuar o presidente. Faz o quê? Processo daqui, processo dali. Aí vem o jogo com a Argentina. O empate era bom para o Brasil, mas tomou um gol de cabeça no final. Eu não vou falar do técnico e nem da defesa, que é muito ruim, do meio-campo que não se achou e das estrelas da frente. Sem citar nomes, mas se esperava que fossem os grandes nomes do Pré-Olímpico”, disparou.

Por fim, Galvão Bueno concordou com a declaração de John Kennedy e ponderou que sente muita vergonha com a eliminação do Brasil no Pré-Olímpico.

“Junta tudo isso que eu falei, está tudo errado. Não pode estar correto. Não é a falha desse ou daquele, não. Vou terminar com uma frase do John Kennedy, que eu acho que define tudo isso. Providências urgentes têm que ser tomadas. O menino John Kennedy, que fez o gol do título da Libertadores do Fluminense, não veio com desculpas. ‘Ah, mas aquilo não funcionou’. Não. Ele usou a seguinte frase: ‘Vergonha, muita vergonha’. O futebol brasileiro é muito grande e isso não pode acontecer”, encerrou.

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Leonardo Garcia Gimenez é repórter multimídia na Itatiaia. Natural de Arcos-MG e criado em Iguatama-MG. Passou também pela Record Minas.
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