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Lateral diz que CBF pediu para ele não usar cabelo rosa na Seleção Brasileira

Yan Couto deu a declaração em entrevista ao UOL; ele se apresentou em Orlando com o cabelo curto, e preto, diferente do que usou pelo Girona, na Espanha

O lateral-direito Yan Couto, de 22 anos, se apresentou à Seleção Brasileira sem o cabelo pintado de rosa que usou durante a temporada do Girona. O clube espanhol tem a cor predominante e vários atletas pintaram seus cabelos de rosa. E o jogador disse que o pedido para não jogar no Brasil com essa cor foi da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

“Foi um pedido, basicamente. Falaram que o rosa é meio ‘vacilão’ assim. Eu não acho, mas vou respeitar, né. Me pediram, vou fazer”, disse Yan Couto em entrevista a Yara Fantoni, colunista do UOL Esporte, antes de se apresentar ao técnico Dorival Júnior nos Estados Unidos para amistosos e para a Copa América.

No bate-papo, Yan Couto não especificou quem pediu. No dia 4 de junho, ele concedeu entrevista coletiva em Orlando, base da Seleção na preparação para a Copa América, e falou sobre ter desistido do cabelo rosa. Na ocasião, entretanto, evitou citar que o pedido foi de alguém da CBF.

“Estava jogando com o cabelo rosa a temporada toda. Na verdade, foi uma escolha minha, estava dando certo, foi legal. Mas foi uma coisa mais para o Girona, muita gente lá pintou o cabelo, foi meio que moda. Aqui na Seleção, o ciclo encerrou. Sou o Yan de cabelo preto, não muda nada, continua sendo o mesmo”, disse o jogador, que será opção ao titular Danilo, um dos líderes da equipe de Dorival Júnior.

Yan foi titular na vitória de 3 a 2 sobre o México, no amistoso de 8 de junho. Com Fernando Diniz, no ano passado, Yan Couto foi convocado e jogou no empate contra Venezuela, em Cuiabá, pelas Eliminatórias, e estava de cabelo rosa. Naquele momento, outubro, era início de temporada na Espanha.

A CBF não se pronunciou sobre o assunto.

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Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.
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