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O Tricolor ficou impedido de contratar após punição imposta pela Fifa, em razão de uma antiga dívida com o ex-empresário de Jonathan Calleri.
O transfer ban fatalmente atrapalharia os planos na janela, pois o clube não poderia confirmar a chegada de novos atletas. No entanto, nos últimos dias houve acordo entre as partes, e a punição foi retirada. O São Paulo precisou desembolsar aproximadamente R$ 5 milhões.
Além disso, o Tricolor foi alvo de denúncia no MPSP.
Anonimamente, o clube foi denunciado por “gestão temerária”, baseada em quatro fatores principais:
- Déficit nas contas do clube em 2024
- Baixos valores de vendas de jogadores
- Modelo proposto para o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) das categorias de base sediadas em Cotia
- Conflitos de interesse envolvendo Julinho Casares, filho do presidente Julio Casares
A defesa do São Paulo, feita pelo advogado Guilherme Salutti, argumenta que não há comprovação de que deliberadamente houve intenção de prejudicar o clube. Após apresentar argumentação ao MPSP, há convicção dos advogados de que o caso será arquivado.
São Paulo quer reformulação
O São Paulo quer reformular o elenco para 2026. Está no desejo efetuar novas contratações e autorizar saídas. Três jogadores estão em fim de contrato, por exemplo: Rigoni, Luiz Gustavo e Dinenno, sendo que o centroavante argentino já deixou o clube.
Apesar disso, o Tricolor ainda enfrenta situação financeira complicada e tem limitações para concluir contratações.
A reformulação se estende a outros departamentos. Três profissionais do futebol deixaram o São Paulo, enquanto diversos trabalhadores do setor médico foram demitidos.