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O clube espera arrecadar R$ 399,6 milhões com negociações de atletas e R$ 296,5 milhões com patrocínios e licenciamentos. Esses valores representam 32% e 24% das receitas totais previstas no orçamento, respectivamente.
As cifras compõem a arrecadação de R$ 1,2 bilhão que o Palmeiras projeta no orçamento do ano que vem.
Como era o orçamento de 2025?
Em 2025, o clube tinha como meta obter R$ 301,5 milhões em vendas de jogadores — quase R$ 100 milhões a menos do que para o ano que vem — e R$ 237,1 milhões através de patrocínios, chegando em R$ 1 bilhão de receitas totais.
Os objetivos de negociações e a arrecadação já foram superados, mesmo antes da consolidação financeira deste ano.
No último orçamento, as vendas de atletas significavam 29% do orçamento, enquanto os patrocínios e licenciamentos eram 23%. Os setores agora são mais representativos e subiram 3% e 1%, respectivamente.
Portanto, o clube deve buscar novas vendas altas de atletas da base e do elenco profissional, além de tentar atrair ainda mais patrocinadores.
Previsão de receitas do Palmeiras para 2026
- Negociação de atletas - R$ 399,6 milhões (32%)
- Patrocínios/licenciamentos - R$ 296,5 milhões (24%)
- Direitos de TV - R$ 185,6 milhões (15%)
- Sócio-torcedor Avanti - R$ 84,3 milhões (7%)
- Arrecadação social - R$ 76,6 milhões (6%)
- Outras - R$ 84,4 milhões (6%)
- Premiações esportivas - R$ 62 milhões (5%)
- Bilheteria - R$ 61,9 milhões (5%)
Total: R$ 1,25 bilhão
Comparação: orçamento do clube em 2025
- Negociação de atletas: R$ 301,5 milhões (29%)
- Patrocínios e licenciamento: R$ R$ 237,1 milhões (23%)
- Direitos de transmissão: R$ 172,3 milhões (17%)
- Sócio Avanti: R$ 80,2 milhões (8%)
- Arrecadação social e departamentos amadores: R$ 68,2 milhões (6%)
- Premiações: R$ 64,2 milhões (6%)
- Outras (rendas diversas e incentivos fiscais): R$ 58,4 milhões (6%)
- Arrecadação de jogos: R$ 55,8 milhões (5%)
Total: R$ 1,038 bilhão