Diniz revela segredo da solidez defensiva do Corinthians e exalta titular
Desde a chegada do treinador, Timão não sofreu gols em todos os jogos que disputou

Fernando Diniz atingiu uma marca expressiva pelo Corinthians: o time não sofreu gols nos sete jogos que disputou desde a chegada do treinador. De acordo com o técnico, o segredo é que toda a equipe tem contribuído na marcação, inclusive os atacantes.
Um dos que faz o trabalho defensivo e atua no ataque é o meia Rodrigo Garro, titular absoluto do Corinthians com Diniz. O técnico fez elogios ao argentino, após a vitória por 2 a 0 sobre o Peñarol, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.
"Trabalho defensivo começa com o Garro e o Yuri. Às vezes ele está começando e treinando. Isso está fazendo com que o time fique de uma maneira segura. Não tira pedaços de ninguém", iniciou, nesta quinta-feira (30).
"Isso facilita para que o Garro fique mais conectado com o time. E eu acho que isso faz parte do momento que ele está vivendo. É um jogador especial, um talento diferente. Um jogador que é do modo antigo, e é um prazer muito grande poder contar com ele e contribuir de alguma forma para que ele continue a evoluir", acrescentou Fernando Diniz.
Invicto desde a chegada ao Corinthians, Diniz também explicou que a estratégia para manter o time em uma alta rotação constante é a união com a torcida e a dedicação dos jogadores.
"Jogar com raça e vontade é uma obrigação, um ato de habilidade e inteligência. E a gente tem um aspecto muito claro no Corinthians que é a torcida, que joga o tempo todo com o time com raça, luta o tempo todo com o time. Eu acho que o time e a torcida estão fazendo uma conexão cada vez mais forte, é a nossa melhor arma se conectar cada vez mais com a torcida. Não vai faltar vontade, não vai faltar brilho", disse.
"E é uma coisa mais primordial na minha carreira inteira, é que jamais falta vontade. E esse time está mostrando muita vontade. Depois, da parte técnica e a parte tática, a gente consegue ajustar. A gente não consegue nunca ajustar a falta de vontade. A falta de vontade é uma coisa que mata. O meu trabalho pelo menos morre de falta de vontade. Os jogadores estão cada vez mais conscientes. E a marcação é uma das armas que a gente tem, mostrar que a gente tem vontade. Ser solidário para marcar e procurar, ter coragem e ter alegria quando tiver a bola", concluiu.
Neste domingo (3), o Timão volta a entrar em campo e enfrenta o Mirassol, às 20h30, pela 14ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, no estádio Maião.
Rafael Oliva é formado em Jornalismo pela PUC-SP, pós-graduando em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e produtor audiovisual. Passou por Lance! e Câmara Municipal de São Paulo. Já cobriu o dia a dia de Santos, Palmeiras e diversos eventos esportivos na cidade de São Paulo. Na Itatiaia, cobre Palmeiras, São Paulo e outros esportes na capital paulista.
