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A cúpula corintiana, chefiada por Osmar Stabile, projeta um resultado operacional — o EBITDA — de R$ 320 milhões, número muito superior aos R$ 49 milhões previstos para 2025. O indicador representa o lucro antes de amortizações, despesas financeiras líquidas e gastos não operacionais.
Em relação às principais receitas, a diretoria estima arrecadar:
- Direitos de TV: R$ 335 milhões
- Patrocínios: R$ 255 milhões
- Arrecadação de jogos: R$ 110 milhões
- Receitas de marcas e outras: R$ 113 milhões
- Contribuições de associados: R$ 35 milhões
- Explorações comerciais: R$ 4 milhões
Na área de transferências, o clube projeta uma arrecadação de R$ 151 milhões com venda de jogadores, acima dos R$ 106 milhões obtidos na atual temporada.
Os dados foram divulgados inicialmente pelo ge.globo e confirmados pela Itatiaia.
Quanto às despesas, o Corinthians prevê uma forte redução de custos com “pessoal”, categoria que engloba salários, encargos trabalhistas, direitos de imagem e premiações. A ideia é cortar de R$ 505 milhões para R$ 410 milhões.
No departamento de futebol, especificamente, o clube projeta uma queda de gastos com pessoal de R$ 435 milhões para R$ 354 milhões. Na prática, isso representa uma economia média de aproximadamente R$ 6,2 milhões por mês.
A previsão orçamentária ainda será analisada e votada pelos órgãos fiscalizadores do clube: Conselho Fiscal, Conselho de Orientação e Conselho Deliberativo.
Entre as principais metas do Corinthians para 2026 estão:
1. Alavancagem das receitas comerciais
2. Cumprir a meta anual de venda de atletas, demandando a estruturação de uma estratégia clara de negociação e monitoramento de ativos
3. Agregar eficiência ao departamento de futebol, impactando custos e grande parte das linhas de receita
4. Adequar os custos do clube social e da administração, com reestruturação gradual e modernização operacional