Osmar Stabile, presidente do
Corinthians perde três jogadores para jogo contra o Ceará Dorival desabafa sobre arbitragem após RB Bragantino x Corinthians Presidente do Corinthians reclama de arbitragem e promete acionar CBF: ‘Aberração’ Hugo Souza, do Corinthians, dispara contra árbitra: ‘Está na conta dela’
“O Cori, na verdade, deixou autorizado. A diretoria vai ver se é necessário (o empréstimo) ou não. Se for necessário, temos autorização. Se não, não faremos”, comentou Stabile, em zona mista, após a
“Ninguém falou sobre juros. O Cori deu uma autorização ao presidente. Nós temos férias, 13º, compromissos que vêm pela frente. Se tivermos necessidade do empréstimo, usaremos”, completou o mandatário.
Além de melhorar o fluxo de caixa para resolver os gastos citados, o clube quer quitar o transfer ban imposto pela Fifa em razão da dívida pela compra do zagueiro Félix Torres. O Timão deve mais de R$ 40 milhões ao Santos Laguna, do México.
Uma das opções discutidas internamente é a antecipação da cota de 2026 da LFU (Liga Forte União). Somada a um empréstimo — cujo formato ainda não foi definido —, a operação totalizaria os R$ 100 milhões pretendidos.
A reportagem apurou que R$ 27,5 milhões seriam adquiridos via antecipação, em novembro, enquanto R$ 72,5 milhões viriam por empréstimo, em dezembro.
Parte do valor adiantado seria abatida diretamente das cotas de 2026. A taxa de juros prevista é de CDI (Certificado de Depósito Interbancário) + 3%.
Finanças do Corinthians
O Timão vive um momento crítico em suas finanças, com dívida estimada em R$ 2,7 bilhões. O clube está impedido de registrar novos jogadores por causa de um débito de cerca de R$ 40 milhões com o Santos Laguna, referente à contratação de Félix Torres.
Além disso, somando as pendências com Matías Rojas, Talleres, Shakhtar Donetsk, Philadelphia Union e Midtjylland, o Corinthians acumula aproximadamente R$ 120 milhões em dívidas junto à Fifa.