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Clube decide deixar a LFF para se filiar à Libra; entenda cenários das ligas

Brusque é a primeira de Santa Catarina no bloco econômico

Camisa do Brusque Futebol Clube

Clube catarinense é o 19º filiado a Libra

Divulgação/Instagram

A Liga do Futebol Brasileiro (Libra) confirmou a filiação do Brusque nesta terça-feira (16). O clube do Sul do país se tornou o 19º clube filiado ao bloco econômico. A equipe do Sul do país não tinha assinado o princípio de acordo com o bloco econômico da Liga Forte Futebol (LFF) com o fundo Serengeti e a gestora Life Capital Partners (LCP).

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O Brusque passa a ser o primeiro clube de Santa Catarina presente no bloco da Libra. O time disputará a Série B em 2024, o Campeonato Catarinense e a Copa do Brasil. Pela assinatura com a Libra, receberá um adiantamento de cerca de R$ 3 milhões.

A Liga Forte Futebol (LFF), agora, conta com 22 clubes. Avaí e Chapecoense seguem como os representantes catarinenses no bloco.

O ano de 2024 é o último do atual acordo firmado para direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro. As negociações devem se intensificar nos próximos meses entre os blocos para que um novo contrato seja assinado.

Os filiados

  • LFF: Athletico-PR, América, Atlético-GO, Avaí, Chapecoense, Ceará, Criciúma, CRB, CSA, Cuiabá, Figueirense, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Internacional, Juventude, Londrina, Náutico, Operário, Sport, Tombense e Vila Nova.
  • Libra: ABC, Atlético, Bahia, Brusque, Corinthians, Flamengo, Grêmio, Guarani, Ituano, Mirassol, Novorizontino, Palmeiras, Ponte Preta, Red Bull Bragantino, Paysandu, Sampaio Corrêa, Santos, São Paulo e Vitória.
  • Bloco União: Botafogo, Cruzeiro, Coritiba e Vasco se uniram à LFF para comercialização de direitos comerciais. Oficialmente, os clubes não são filiados, mas os acordos comerciais respeitam os mesmos termos dos filiados.

Quem é quem? E os percentuais?

A Liga Forte Futebol apresentou proposta para dividir as cotas da seguinte maneira: 45% de forma igualitária, 30% por performance e 25% por audiência. O grupo tem como investidores o fundo Serengeti e a gestora Life Capital Partners (LCP), ambos captados pela XP Investimentos.

A LFF captou R$ 2,3 bilhões por 20% das receitas de uma futura liga pelos próximos 50 anos. XP Investimentos, LiveMode e Alvarez Marsal prestaram consultoria e receberão cerca de 2,5% de comissão nas negociações em caso de criação da liga.

A Libra propõe divisão diferente: 40% de forma igualitária, 30% por performance e 30% por audiência. O grupo de investimentos captado foi o Mubdala, dos Emirados Árabes Unidos.

O fundo oferece R$ 1,3 bilhão por 12,5% dos direitos para os clubes. O BTG Pactual e a Codajas Sports Kapital são os intermediadores. A comissão para os parceiros são de 5% em caso de criação da liga.

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Leonardo Parrela é repórter multimídia na área de esportes na Itatiaia. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, colaborou com Globo Esporte, UOL Esporte e Hoje Em Dia, onde cobriu Copa do Mundo, Olimpíada e grandes eventos.
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