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Milito explica por que ficou surpreso em derrota do Atlético para o Sport

Técnico do Galo diz que não esperava ser controlado pelo Sport e assume responsabilidade pela derrota

O técnico Gabriel Milito não gostou da atuação do Atlético na derrota por 1 a 0 para o Sport, na Arena Pernambuco, pela volta da terceira fase da Copa do Brasil. O Galo se classificou pelo placar agregado.

O treinador ficou surpreso com o domínio do Sport no confronto desta noite. Milito, no entanto, comemorou a classificação do Atlético.

“O mais importante hoje, pelo jeito que foi o jogo, foi se classificar. Na eliminatória, o jogo em casa foi muito favorável a nós. A eliminatória tem 180 minutos. Hoje esperávamos um jogo muito difícil, não pensávamos que o rival fosse nos controlar da maneira que nos controlou”, disse.

“O rival nos superou com qualidade. Poderia falar das ausências de jogadores que não estavam e nos desfalcaram. Mas temos a responsabilidade, o treinador e os jogadores. O primeiro é o treinador, o principal responsável sou eu. Depois vamos analisar o comportamento dos jogadores”, completou.

Milito voltou a assumir a responsabilidade da derrota na Arena Pernambuco. “Quando se vence, primeiro é responsabilidade dos jogadores e depois do treinador. Quando se perde, quando não se joga como se pode jogar, a primeira responsabilidade é do treinador. O mais importante é a classificação. Depois, temos muita coisa para melhorar, para corrigir, para falar, para recuperar o nível de jogo que o time pode ter. Tenho isso claro”.

Explicações

Milito iniciou a partida com Battaglia na zaga ao lado de Lemos, Alan Franco e Zaracho mais recuados e Igor Gomes avançando no meio-campo. Com a atuação ruim na etapa inicial, o treinador optou pela entrada de Igor Rabello e Rômulo nas vagas de Lemos e Igor Gomes.

Com as mudanças, Battaglia avançou em campo para a função de primeiro volante. Milito explicou as mudanças após a estratégia inicial não funcionar.

“Voltamos com Igor Rabello e Rômulo para reestruturar a equipe. Taticamente, ficamos iguais, e nos fortalecemos mais nesta parte do campo. Tivemos Battaglia e Alan Franco na contenção para controlar os ataques do Sport. Não estávamos fazendo isso bem no primeiro tempo. Tivemos o Rabello para controlar o jogo aéreo. Já o Rômulo a gente precisava de sua velocidade”, concluiu.

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Túlio Kaizer é jornalista esportivo com grande experiência no digital. Foi setorista dos três grandes clubes do futebol mineiro: América, Atlético e Cruzeiro. Cobre também basquete, vôlei, esportes americanos, esportes olímpicos e e-sports.
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