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Substituído por Milito no Atlético, Felipão abre jogo sobre demissão

O comandante gaúcho deixou o Atlético em 20 de março e foi substituído pelo argentino de 43 anos

Desligado do Atlético em 20 de março, após levar o time à final do Campeonato Mineiro, o técnico Luiz Felipe Scolari não esperava deixar o Alvinegro tão de repente. E quem afirma isto é o próprio gaúcho de 75 anos. Ele chegou ao Galo em junho, quando a equipe ocupava a quarta colocação no Campeonato Brasileiro, com a missão de substituir Eduardo Coudet.

Nessa quarta-feira (17), horas antes de o time mineiro entrar em campo para encarar o Criciúma, Scolari participou de um programa na Rádio Bandeirantes, de Porto Alegre. Durante o bate-papo, ele interrompeu um dos apresentadores, assim que disse que não entendera a demissão do entrevistado.

“Inclusive para mim. Foi surpresa para mim. Ficou em terceiro lugar no campeonato nacional, foi uma colocação muito boa. Pegamos o time lá em sétimo ou oitavo lugar (naquele momento, o Alvinegro ocupava a quarta posição). Quer dizer, foi uma surpresa para mim também, mas acontece em futebol. Mas, segue a vida”, pontuou Felipão.

“Não suspeito (do motivo da saída). Inclusive, fui surpreendido totalmente com isso. Mas não tem problema”, foi além.

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Números de Felipão pelo Atlético

Substituído pelo argentino Gabriel Milito, Luiz Felipe Scolari finalizou a passagem pelo Atlético após 41 jogos no comando de Hulk e companhia. Nestes, acumulou 19 vitórias, 10 empates e 12 derrotas.

Durante o período em que esteve vinculado ao clube, o pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira garantiu o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro, que rendeu vaga na fase de grupos da Copa Libertadores. No torneio, ele e comandados caíram para o Palmeiras nas oitavas de final de 2023.


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Henrique André é repórter multimídia e setorista do Atlético na Itatiaia. Acumula passagens por Uol Esporte, Jornal Hoje em Dia e outros veículos. Participou da cobertura de grandes eventos, como Copas do Mundo (2014-18) e Olimpíada (2016-2021).
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