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O Governo de Minas fez o maior investimento em Saúde da história

Investimentos garantiram ainda um importante apoio aos municípios para o enfrentamento da covid-19

Fotógrafia Fábio Marchetto.

Apesar do desafio de colocar a casa em ordem e equilibrar as contas públicas, o Governo de Minas fez o maior investimento em saúde da história. O Estado ainda conseguiu avançar com importantes ações que estão melhorando a vida de todos os mineiros. São inúmeros programas assistenciais, ampliação de investimentos para construção e reformas de Unidades Básicas de Saúde, entrega de insumos e equipamentos hospitalares, além do fortalecimento de políticas e estratégias que estão beneficiando todas as regiões de Minas. E o desafio foi ainda maior, com o enfrentamento da pandemia e o apoio aos municípios, investindo na ampliação de leitos, entrega de respiradores e distribuição das vacinas de forma ágil e segura, para o cuidado e proteção de todos os mineiros.

Investimentos em todas as regiões de Minas

Na capital mineira, houve um aumento de três vezes mais nos valores repassados para a Saúde do município, quando comparado 2021 a 2018. Nos anos de 2019 a 2021 o Estado investiu diretamente no município R$ 1,8 bilhões.

O Estado também repassou cerca de R$ 98,6 milhões para uso exclusivo no enfrentamento à covid-19, na capital. E, após o momento mais crítico da demanda hospitalar, foram mantidos 82 leitos - adultos e pediátricos, que agora são utilizados no atendimento geral da população, sendo que 50 deles são da Rede Fhemig.

Para a redução da fila de cirurgias eletivas, o Estado destinou R$ 45 milhões à Belo Horizonte. E foram repassados R$ 15 milhões para incentivo ao Programa Opera Mais Minas Gerais.

Para estruturar a rede hospitalar da capital, foram destinados R$ 7,7 milhões para aquisição de tomógrafos para o Hospital Evangélico de Belo Horizonte, Complexo Hospitalar São Francisco, Santa Casa De Belo Horizonte, Hospital das Clínicas da UFMG – EBSERH e Associação Mário Penna. E para tratamento de pacientes que fazem hemodiálise, o Estado destinou R$ 4,8 milhões à Belo Horizonte.

Fotógrafia Fábio Marchetto.

Alto Paranaíba e Região Sul

Entre 2019 e 2021, o Estado repassou ao município de Araxá, no Alto Paranaíba mais de R$ 20,8 milhões para estruturação dos serviços e programas de saúde, o que em 2021 corresponde a oito vezes mais ao repassado em 2018.

A cidade recebeu ainda mais de R$ 3 milhões para uso exclusivo no enfrentamento à covid no município, conta também com o legado de 9 leitos de UTI adulto e com o acréscimo de R$ 2,5 milhões na Política Hospitalar Valora Minas.

No sul do Estado, a cidade de Varginha foi contemplada com mais de R$ 55,4 milhões entre os anos de 2018 a 2021, para estruturação dos serviços e programas de saúde, além de mais de R$ 8 milhões para o combate à covid-19. Como legado da pandemia, Varginha contabiliza um aumento de 25% nos leitos de UTI Adulto, no Hospital Regional do Sul de Minas.

Triângulo Mineiro

No triângulo mineiro, o Estado repassou mais de R$ 103,3 milhões para Uberaba para estruturação dos serviços e programas de saúde, entre os anos de 2019 a 2021. A cidade recebeu ainda mais de R$ 10,6 milhões para uso exclusivo no enfrentamento à covid no município. Já Uberlândia recebeu mais de R$ 248,5 milhões para programas da saúde, entre os anos de 2019 a 2021 e R$ 18,6 milhões para o enfretamento à pandemia. E para Ituiutaba foram destinados mais de R$ 14 milhões para estruturação dos serviços e programas de saúde e R$ 2,5 milhões para uso exclusivo no enfrentamento à covid no município.

O Triângulo Mineiro ainda garantiu o legado de 67 leitos de UTI adulto, mais de R$ 70,7 milhões para a Política Hospitalar Valora Minas e R$ 11 milhões para o programa de cirurgias eletivas, Opera mais Minas Gerais.

Juiz de Fora

Na Zona das Mata, entre 2019 e 2021, o Estado repassou para Juiz de Fora mais de R$ 196 milhões para estruturação dos serviços e programas de saúde. Para o combate à pandemia a macrorregião sudeste recebeu mais de R$ 50,6 milhões em 2020 e 2021.

A cidade também foi contemplada com o legado de 8 leitos de UTI adulto, incentivo financeiro para compra de 3 tomógrafos no valor total de R$ 4,6 milhões e R$ 966 mil para ampliação da Hemodiálise - Atenção Especializada em Doença Renal Crônica (DRC).

Vale do Aço e norte do Estado

Entre 2019 e 2021, o Estado repassou para o município de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço mais de R$ 61,9 milhões para programas de saúde e mais de R$ 3,5 milhões para o enfretamento à covid. Como legado da pandemia, a cidade contabiliza um aumento de 9 leitos de UTI Adulto, no Hospital Dr. José Maria Morais.

No norte do Estado, Montes Claros recebeu mais de R$ 172 milhões para estruturação dos serviços e programas de saúde, mais de R$ 31 milhões para a política hospitalar Valora Minas e quase R$ 13 milhões para o combate à pandemia. A cidade também recebeu recursos para a aquisição de 2 tomógrafos, no valor de aproximadamente R$ 3 milhões. Bem como legado de 42 leitos de UTI, sendo 32 adultos e 10 pediátricos.

Mais investimentos

Em todas as regiões do Estado, o Governo repassou investimentos para a nova política hospitalar – Valora Minas e para o Opera Mais Minas Gerais, programa que tem como objetivo reduzir a fila de eletivas no estado. Novos recursos foram repassados ainda por meio do Acordo da Dívida do Fundo Estadual de Saúde e investimentos inéditos foram feitos para ações na Atenção Primária, em cidades polos de todas as regiões do estado.

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