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Veiga diz que Brasil não merecia perder da Argentina, mas resultados preocupam

Meia entrou no segundo tempo no Maracanã, nesta teça (21); Seleção Brasileira caiu para a sexta posição nas Eliminatórias

Raphael Veiga tenta a jogada contra a Argentina, no Maracanã

Raphael Veiga tenta a jogada contra a Argentina, no Maracanã

Staff Images/CBF

O meia Raphael Veiga entrou no fim do segundo tempo na derrota do Brasil para a Argentina por 1 a 0, na noite desta terça-feira (21), no Maracanã, pelas sexta rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Para ele, a Seleção Brasileira não merecia perde, mas é preciso admitir que os resultados não estão chegando nesse início de trabalho de Fernando Diniz.

“Partindo do princípio que futebol é resultado, não estamos conseguindo ter resultado, então temos que melhorar algumas coisas. Mas analisando desempenho, desde o primeiro jogo com o Diniz estamos em uma crescente”, disse o meia do Palmeiras.

A Seleção Brasileira acumulou o quarto jogo sem ganhar, com um empate e três derrotas, caindo para a sexta colocação nas Eliminatórias, com sete pontos. Os argentinos foram a 15, em primeiro.

“A Argentina não merecia a vitória, pelo que nós produzimos. A Argentina não produziu tanto, mas a verdade é que no futebol ganha quem faz mais gols, e eles foram mais efetivos”, disse Veiga.

Foi a primeira derrota da Seleção Brasileira como mandante em um jogo de Eliminatórias, após 64 partidas (com 51 vitórias e 13 empates). O gol argentino foi marcado pelo zagueiro Otamendi, de cabeça, após cobrança de escanteio. Nem um Messi abaixo da média ajudou o Brasil na partida.

Fernando Diniz tem contrato até junho de 2024, ainda terá agenda em março, mas não comandará mais o Brasil nas Eliminatórias, já que o Brasil só volta a atuar pelo torneio em setembro. A campanha do técnico foi de seis partidas, duas vitórias, um empate e três derrotas, com sete pontos e a sexta colocação na tabela de classificação, atrás de Uruguai, Argentina, Colômbia, Venezuela e Equador.

A direção da CBF espera que a partir de junho, e já na Copa América dos Estados Unidos, o treinador seja Carlo Ancelotti, italiano que atualmente está no Real Madrid, da Espanha.

Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.
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