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O que o Brasil precisa fazer para sediar a Copa de 2027 — na percepção de Romário

Escolha para o próximo mundial Feminino será em maio de 2024

Romário (PL-RJ) preside a Comissão de Esporte do Senado

Romário

Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Senado Federal sediou, nesta quarta-feira (22/11), um debate sobre medidas que devem ser tomadas para o Brasil sediar a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2027. A sessão da Comissão de Esporte foi presidida pelo senador Romário (PL-RJ) e teve participação da Federação Paulista de Futebol (FPF), representada por Victoria Pissolato, e da Confederação Brasileira de Esporte (CBE), com Ricardo Leão de Andrade.

Romário afirmou que são necessárias muitas mudanças na organização e nos investimentos do futebol feminino. O senador disse que as federações estaduais devem seguir o exemplo de competições organizadas pela FPF para, institucionalmente, aumentar a possibilidade do Brasil de sediar o mundial de 2027.

“Precisa de muita coisa. A gente já tem que começar a estruturar melhor essas competições da mesma forma que essa competição em São Paulo”, disse em referência a campeonatos femininos organizados pelos paulistas.

O Brasil terá três candidaturas rivais na disputa para receber a Copa do Mundo Feminina de 2027: África do Sul, uma conjunta da Uefa (Bélgica, Holanda e Alemanha), e outra da Concacaf (formada por México e Estados Unidos). A eleição do país sede será em 17 de maio de 2024, na Tailândia.

É jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Cearense criado na capital federal, tem passagens pelo Poder360, Metrópoles e O Globo. Em São Paulo, foi trainee de O Estado de S. Paulo, produtor do Jornal da Record, da TV Record, e repórter da Consultor Jurídico. Está na Itatiaia desde novembro de 2023.
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