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Assembleia anuncia reforço na segurança de deputada que sofreu ameaça

Ação tem como objetivo garantir a segurança da deputada Andréia de Jesus (PT) no exercício parlamentar

Deputada Andréia de Jesus tem sofrido reiteradas ameaçadas

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) informou que a equipe policial que faz a segurança da deputada estadual Andréia de Jesus (PT) será reforçada a partir da próxima segunda-feira (11). A parlamentar denunciou, hoje, ter recebido uma carta com frases racistas, ofensas e até uma suástica desenhada. A carta, com uma foto de um macaco, foi encaminhada para o gabinete da deputada na ALMG.

"Nesta sexta-feira (08/07), tão logo tomou ciência das graves ameaças sofridas pela parlamentar, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus (PSD), realizou tratativas junto à Polícia Militar de Minas Gerais no sentido de reforçar a proteção especial cedida à deputada", informou o Legislativo estadual por meio de nota.

Ainda conforme o comunicado, a escola policial tem como objetivo "garantir a segurança da parlamentar em suas atividades diárias".

"A Assembleia Legislativa manifesta profundo repúdio às ameaças e ofensas racistas direcionadas à deputada Andréia de Jesus".

Entenda o caso

A deputada estadual Andréia de Jesus (PT) sofreu uma nova ameaça nesta sexta-feira (8). Uma carta foi encaminhada ao seu gabinete na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) com a foto de um macaco e com frases racistas e até uma suástica desenhada.

Dentre as ofensas compartilhadas estão frases como "lixo de Neves", "Andréia macaca de Neves", "amiga de bandido", "defensora de vagabundo" e "você é bosta".

Deputada Andréia de Jesus recebeu carta com frases racistas

Ameaças a Andréia de Jesus

Essa não é a primeira ameaça sofrida pela deputada estadual do PT. No ano passado ela foi ameaçada depois que pediu investigações sobre uma ação policial em Varginha, no Sul de Minas, que deixou 26 mortos. Eles eram suspeitos de integrar uma quadrilha que planejava um ataque a agências bancárias na cidade.

Após o posicionamento, Andréia de Jesus passou a receber ameaças de morte.

"Chegaram ao ponto de ligar para o meu gabinete ameaçando, xingando, então nós levamos para a Delegacia de Crimes Cibernéticos e aguardamos que a investigação siga até quando for necessário", disse na ocasião.

Por conta das ameaças, ela passou a receber escolta policial - que foi retirada mais tarde por decisão da Polícia Militar e retomada após pedido feito pela Assembleia de Minas.

Em março, ela também denunciou ter recebido ameaças de 'capangas de fazendeiros' no Norte de Minas. Ela estava em uma comunidade em Januária, ameaçada por ordem de despejo, quando foi abordada por um homem e precisou chamar a polícia.

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