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'Má-fé ou desinformação', diz ex-presidente do TSE sobre questionamento às urnas 

Carlos Velloso afirmou que processo é auditável e passa por várias etapas para garantir a segurança  

Ex-presidente do TSE, Carlos Velloso

O ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Velloso, considera que as críticas e desconfianças levantadas sobre as urnas eletrônicas são causadas pela “desinformação ou pela má-fé”. 

“A esta altura, quem questiona a segurança das urnas, o faz por má-fé ou por estar desinformado”, afirmou o ex-ministro. 

Velloso foi presidente do tribunal entre 1994 e 1996, no período em que o sistema eletrônico foi implementado. A estreia da urna eletrônica aconteceu na eleição municipal de 1996, há 26 anos. 

“Os especialistas e todos que quiserem examinar as urnas com isenção de ânimo, dizem que a urna é auditável antes, durante e depois das eleições. Os bancos hoje estão informatizados, as empresas aéreas informatizadas, os escritórios informatizados. Imaginem se não tivéssemos as urnas eletrônicas neste país continental, em que votam aldeias indígenas no Amazonas. Temos cerca de 150 milhões de eleitores, imagine isso no dedo, na unha, no lápis. A urna eletrônica propicia eleições seguras, independência dos eleitores, ou seja, eleições limpas”, afirmou Velloso. 

Ele ressaltou que o processo eletrônico é auditável e passa por várias etapas. “O programa é elaborado um ano antes pelos técnicos do TSE e é colocado à disposição dos partidos políticos, da OAB e de qualquer instituição que se interesse pela fiscalização. Quinze dias antes, sob fiscalização dos partidos, o software é introduzido nas urnas. E no dia da eleição, o presidente imprime a zerésima. Ao encerrar a votação, às 17 horas, o presidente da urna emite o boletim com a contagem dos votos”, explica Velloso. 


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