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Congresso, governo ou vice-presidência: veja possíveis caminhos para futuro de Moro

Ex-juiz da Lava-Jato convocou uma entrevista coletiva para terça-feira (14), quando vai anunciar seus próximos planos políticos 

Ex-juiz da Lava-Jato vai anunciar terça-feira seu futuro político

O ex-juiz da Lava-Jato e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro (União Brasil), vai anunciar na terça-feira (14) seu destino político. 

Após ter sua candidatura barrada em São Paulo pelo Tribunal Regional Eleitoral, que rejeitou sua mudança de domicílio eleitoral, Moro passou a estudar as possibilidades políticas para disputar a eleição de outubro. 

No mesmo dia em que sofreu uma derrota no TRE-SP, o ex-juiz avisou que não desistiria de  seus planos políticos. Ele marcou uma entrevista coletiva para terça-feira, quando anunciará seus próximos passos. No evento são esperadas as principais lideranças do União Brasil, como o presidente da sigla, deputado Luciano Bivar, que se lançou pré-candidato ao Planalto, e outros deputados da sigla. 

Moro deu indicações que não pretende recorrer da decisão do tribunal paulista. Dessa forma ele poderia disputar a eleição nacional, como candidato a vice-presidente de
Bivar, ou ficará restrito à disputa no Paraná. 

Nos últimos dias, o União Brasil contratou pesquisas para testar o nome de Moro em uma possível disputa ao Senado e ao governo do Paraná. Na corrida pelo Senado, no entanto, Moro teria como rival o ex-aliado Álvaro Dias, senador que é candidato à reeleição pelo Podemos. 

No final do ano passado, Moro se filiou ao Podemos e foi lançado como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Porém, sem conseguir fechar acordos nos estados, acabou deixando o partido e se filiando ao União Brasil. 

Caso decida entrar na disputa pelo governo do Paraná, Moro terá como principal adversário o atual governador Ratinho Jr (PSD), com quem Moro tem uma boa relação. O governador faz elogios públicos a Moro e defende publicamente a operação Lava-Jato.

A disputa pela Câmara dos Deputados pelo Paraná também é avaliada por Moro, mas ele terá que dividir votos com outros ex-aliados, como o ex-procurador da Lava-Jato, Deltan Dallagnol (Podemos).


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