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MBL quer enquadrar Movimento Sem Teto como ‘organização criminosa’

Vereador paulista criticou protesto do MTST em shopping da Zona Sul de São Paulo 

Movimento dos Trabalhadores Sem Teto protestou no shopping Iguatemi

O vereador de São Paulo, Rubinho Nunes (União Brasil), integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) entrou com um pedido no Ministério Público para enquadrar o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST).

O parlamentar criticou um protesto realizado pelo MTST na quarta-feira (8) no shopping Iguatemi, na avenida Faria Lima, Zona Sul de São Paulo. 

No documento, também assinado pelo pré-candidato a deputado estadual Guto Zacarias, os membros do MBL afirmam que o MTST gera “pânico contra inocentes proprietários de imóveis que não têm culpa a respeito dos problemas de falta de moradia no país”. T.

"Entendemos haver indícios de prática delituosa que atenta ao Código Penal, bem como a princípios da Constituição Federal, em razão da formação de organização criminosa com o intuito de praticar os crimes de violação de domicílio", diz a representação.

"Desde o final da década de 1990, o povo brasileiro (e, especialmente, o paulista) é refém desse grupo que aterroriza inocentes proprietários de imóveis que não têm culpa a respeito dos problemas de moradia do país", escreveu Nunes em suas redes sociais ao anunciar o requerimento ao MP.

Nesta quarta-feira, integrantes do movimento sem-teto protestaram contra a fome no Iguatemi, um dos shoppings mais luxuosos de São Paulo. Eles gritavam: "Não é mole, não. Brasil com fome, e aqui ostentação". Não houve confronto.

A reportagem procurou o MTST, mas não houve retorno até a publicação desta matéria. 


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