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Time de e-sports deve pagar R$400 mil a família de gamer morto 

Para a juíza, a empresa contribuiu para a morte de brutt por não ter prestado assistência de saúde

No processo, que tramita no TJSP, a Imperial afirmou que a sentença é equivocada e que deve recorrer.

O gamer Matheus Queiroz Coelho, o “brutt”, morreu aos 19 anos, em 2019, por complicações de uma infecção no sistema nervoso central.

A Justiça condenou o time de e-sports que ele integrava, o Imperial, a pagar R$ 400 mil em indenização à família. Isso porque ele começou a passar mal enquanto disputava o Campeonato Brasileiro de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO).

Para a juíza, a empresa contribuiu para a morte de brutt por não ter prestado assistência de saúde: ele morava em uma “gaming house”, sem ventilação, com ruídos constantes, e submetido a longas jornadas de treinos, que agravaram os problemas no sistema nervoso.

No processo, que tramita no TJSP, a Imperial afirmou que a sentença é equivocada e que deve recorrer.

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