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Jhon Arias é mais um que pode deixar o Fluminense depois do Mundial de Clubes

Colombiano está cotado no futebol russo, mas intermediários de outros quatro clubes já bateram na porta das Laranjeiras pelo meia

Arias é mais um que tem chance de deixar o Fluminense

Arias é mais um que tem chance de deixar o Fluminense

Marcelo Gonçalves/FFC

Um dos grandes nomes do Fluminense na temporada, o colombiano Jhon Arias é mais um que pode deixar o Tricolor após o Mundial de Clubes da Fifa, em dezembro, na Arábia Saudita. A diretoria já sabe do interesse do Zenit-RUS em seu futebol, além de outros quatro clubes que buscaram informação.

Titular na Seleção Colombiana, Arias vive seu melhor momento na carreira. Nesta temporada, o camisa 21 foi peça fundamental na conquista da Copa Libertadores. Além disso, o jogador, devido a idade, 26 anos, sabe que esta pode ser sua última grande chance de atuar em alto nível no futebol da Europa.

O caso do meia se assemelha com o de Nino. O Fluminense acredita que não conseguirá segurar o jogador por muito tempo - mesmo tendo vínculo até 2026, enquanto o do zagueiro é até o fim de 2024 - mas a diretoria prometeu ouvir ofertas por ele. Arias afirmou que também tem o desejo de atuar no Velho Continente.

A única diferença é que o colombiano não foi procurado por clubes da Inglaterra, como Nino e André. Mesmo não sendo seu principal objetivo atuar na Premier League, uma oferta da principal liga do mundo seria tentadora. O Tricolor carioca possui 50% dos direitos econômicos do jogador. A outra metade é do Patriotas-COL.

Desmanche quase inevitável

Além de Arias e Nino, o Fluminense também prepara o terreno para eventuais saídas do volante André e acredita que Martinelli, Alexsander e John Kennedy podem receber ofertas. Mesmo querendo manter a base, o Flu sabe que dificilmente será possível com cifras astronômicas chegando.

“Se a Europa quiser tirar alguém daqui, ela tira. Poucos clubes conseguem segurar um jogador. Obviamente, se você leva os melhores sempre, tirar os melhores, daqui do Brasil e do mundo inteiro, há um desnível. Mas o futebol brasileiro melhora quando os times conseguem se organizar cada vez mais”, lamentou Fernando Diniz.

Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.
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