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A caminho do Maracanã, organizadas do Galo têm até 16h para chegar ao Rio de Janeiro

Ônibus com membros da Galoucura não deixaram a capital no mesmo horário dos demais

Dezenas de ônibus levam torcedores do Galo ao Maracanã

Mais de 30 ônibus com torcedores do Atlético estão na estrada rumo ao Rio de Janeiro, onde o Galo encara o Flamengo a partir das 21h30, no Maracanã, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Os ônibus deixaram a capital mineira nesta manhã sob forte escolta policial.

Uma informação importante: a polícia do Rio de Janeiro deu prazo até 16h para chegada da torcida do Galo. Após esse horário, os ônibus terão que retornar para a capital mineira.

Os ônibus com membros da Galoucura não deixaram a capital no mesmo horário dos demais. No entanto, a Itatiaia apurou que eles já estão na estrada. Por volta das 9h30, o comboio dos outros ônibus estava parado em Juiz de Fora.

Cerca de 450 km separam Belo Horizonte e o Rio de Janeiro.

Decisão

Flamengo e Atlético fazem na noite desta quarta-feira (13), no Maracanã, duelo decisivo das oitavas de final da Copa Brasil. O Galo venceu a primeira partida no Mineirão por 2 a 1. Por isso, joga pelo empate. Vitória do rubro-negro por diferença de 1 gol levará a decisão para os pênaltis.

A partida tem esquema especial de segurança, em razão do clima criado após o primeiro duelo (vitória de 2 a 1 do Galo) e também nos confrontos recentes.

Na madrugada desta quarta-feira (13), torcedores do Flamengo promoveram um foguetório na porta do hotel onde a delegação do Atlético está hospedada em Copacabana.

'Inferno'

Após o primeiro duelo, o atacante Gabigol declarou que o time alvinegro iria ‘conhecer o que é pressão e o que é inferno’ no Maracanã, referindo-se ao comportamento da torcida rubro-negra nas arquibancadas.

“Mudamos nossa postura em relação ao último jogo, jogamos bem. Fizemos o gol, que nos deixou vivo. Agora temos duas semanas, temos Libertadores. E quando eles forem lá [no Maracanã] vão conhecer o que é pressão, o que é inferno”, declarou Gabigol em entrevista à TV Globo.

A diretoria do Atlético entrou com representação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) contra Gabigol, por acreditar que ele incitou a violência ao dizer a palavra "inferno".

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