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Atlético: defesa de Pavón envia documento à Conmebol tentando extinção de pena

Reforço do Atlético, o atacante argentino Cristian Pavón tenta extinguir a punição de seis partidas na Libertadores

Atacante Cristian Pavón foi anunciado pelo Atlético nesse domingo (3)

Recém contratado pelo Atlético, o atacante argentino Cristian Pavón tenta com as próprias forças extinguir a punição de seis partidas na Libertadores, lhe dada pela Conmebol após se envolver em confusão em 2021, quando o Boca Juniors, seu ex-clube foi eliminado pelo próprio Galo, nas oitavas do torneio.

Nesta segunda-feira (4), o atacante entrou com petição na entidade máxima do futebol na América do Sul, tentando o fim da pena, alegando que fora duplamente punido, ficando sem poder exercer a profissão.

A defesa do atleta alega que ele se surpreende por ainda ter jogos a cumprir, sendo que o Boca já atuou por sete vezes nesta edição da competição. A informação foi trazida inicialmente pelo Fala Galo e confirmada pela Itatiaia.

Em um dos relatos do documento enviado à Comissão Disciplinar, há um trecho que evidencia que o atacante fora deixado de lado no clube Xeneize:

“De fato, fica evidente que Pavón foi separado do plantel do Boca Juniors, desde janeiro de 2022, como uma espécie de sanção por não haver renovado seu contrato de trabalho. Assim, diante da possibilidade do jogador não chegar a um acordo de renovação com a equipe argentina e, partir na metade do ano para jogar em outro clube, o Boca Juniors lhe presenteou como uma espécie se vingança.”

Em outros pontos, em documento obtido pelo Fala Galo, Pavón reclama não ter podido exercer a profissão e acrescenta algo fundamental:

“Considerando a lista de boa-fé, o Boca realizou a inscrição de 45 atletas, ficando ainda cinco nomes sem utilização”

Pedidos e requerimentos de Pavón à Conmebol

– Declare que o jogador cumpriu os seis jogos de suspensão, de acordo com a sanção imposta por expediente disciplinar CLO – 76-21;

– Declare o jogador elegível e apto a jogar por qualquer equipe que dispute a Libertadores de 2022;

– Em caso de não assim entenderem, requere que a sanção seja convertida em medidas disciplinares, impondo-lhe o cumprimento de serviços comunitários através do futebol, alinhado ao artigo 7.2 do código disciplinário da Conmebol;

– Ainda se não entenderem assim, que seja aplicada a suspensão parcial da execução da sanção imposta ao jogador, submetendo-o a um período de situação condicional de seis meses.

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