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Mulher desiste de processar Bob Dylan por suposto abuso sexual em 1965

Decisão foi tomada depois de advogados do cantor acusarem a mulher de destruir mensagens para influenciar juiz

Nobel de Literatura foi acusado por mulher de abusos em 1965

Uma mulher que processou o cantor Bob Dylan por supostamente abusar sexualmente dela quando ela tinha 12 anos desistiu do caso depois que os advogados do artista a acusaram de destruir provas. 

Em agosto do ano passado, a demandante, cuja identidade não é conhecida, fez uma denúncia alegando que Dylan abusou dela por um período de seis semanas entre abril e maio de 1965. 

A denúncia diz que o cantor "explorou seu prestígio como músico" para fornecer "álcool e drogas e abusar sexualmente" da mulher. 

Na quarta-feira, a equipe jurídica de Dylan enviou uma carta ao tribunal federal acusando a denunciante de deletar mensagens de texto importantes e sugeriu que "sanções monetárias" eram necessárias. 

Na quinta-feira, a mesma equipe informou que a mulher havia desistido do caso. Os advogados dela não responderam imediatamente a um pedido de comentário da AFP. 

"O caso está encerrado", disse Orin Snyder, principal advogado de Dylan, em nota à AFP.

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