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'Temos até o dia 5', diz Bolsonaro sobre definição de palanque eleitoral em MG

Presidente ainda não decidiu se lançará Carlos Viana ao governo estadual e tenta apoio de Romeu Zema ainda no 1º turno

Bolsonaro foi à Câmara dos Deputados participar da convenção do PP

Ainda sem palanque oficial para impulsionar sua candidatura em Minas Gerais, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, nesta quarta-feira (27), que ainda tem até o dia 5 de agosto para definir sua situação eleitoral no estado. Este é o último dia de prazo para a realização de convenções partidárias, conforme prevê a legislação eleitoral.

O PL de Bolsonaro já se reuniu em Belo Horizonte no dia 20 de julho, mas deixou em aberto a candidatura do senador Carlos Viana ao Governo de Minas. O partido também não oficializou o lançamento do nome do ex-ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio ao Senado, como ele deseja.

Ainda de acordo com a Lei Eleitoral, as legendas ainda têm um prazo maior, até o dia 15 de agosto, para apresentar as candidaturas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Bolsonaro foi abordado por jornalistas na Câmara dos Deputados, quando se dirigia para participar da convenção nacional do PP. O partido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) deve confirmar apoio à candidatura à reeleição já no primeiro turno.

"Ainda não [resolvemos]. Temos até o dia 5, né?", respondeu o presidente sobre as alianças em Minas Gerais.

Bolsonaro tenta conseguir o apoio do governador Romeu Zema (Novo) ainda no primeiro turno mas, oficialmente, o governador diz que vai apoiar o candidato de seu partido, Felipe D'Ávila à Presidência. Líder nas pesquisas eleitorais, Zema poderia elevar as chances do presidente em sua campanha no estado, já que ele fica atrás de seu adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em terras mineiras.

Conforme pesquisa Datafolha divulgada em 1º de julho, Zema tem 48% das intenções de voto contra 21% de Alexandre Kalil (PSD), apoiado por Lula. A mesma pesquisa mostra que o petista também tem 48% das intenções de voto contra 28% de Bolsonaro.

Se o plano com Zema não vingar, o plano B do presidente seria oficializar a candidatura de Carlos Viana, que aparece com apenas 4% das intenções de voto, de acordo com a mesma pesquisa. No entanto, parte do PL em Minas pretende apoiar a reeleição de Zema.

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