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De Contagem para Belo Horizonte: vendedora encara ônibus lotado para levar filha ao médico

Reportagem embarcou com a trabalhadora em um ônibus da linha 2290 

Coletivo lotado faz parte da rotina de muitos trabalhadores

Moradora do bairro Arvoredo, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a vendedora Patrícia Dias, 40 anos, gasta cerca de duas horas por dia para chegar ao trabalho na avenida Pedro II, lado Noroeste da capital mineira. Nesta quarta-feira (8), o repórter Gustavo Cícero, da Itatiaia, acompanhou o desafio diário de embarcar em ônibus precários e lotados.

Especificamente nesta quarta-feira (8), a missão de Patrícia foi ainda mais complicada, uma vez que ela precisou levar a filha de 10 ao médico, no Centro da capital. No coletivo da linha 2290 (Nacional - Belo Horizonte) ela precisou se agarrar na filha em meio à lotação.

“A dificuldade que enfrentei hoje foi até um pouco maior, porque não tinha lugar e o pessoal não cede o lugar. Então, tivemos que ir bem espremido, até mesmo para ela (filha) não cair em razão das freadas bruscas do ônibus. Então, encontrei mais dificuldade de trazer ela comigo”, disse Patrícia.

Durante o trajeto, vários passageiros relataram à Itatiaia problemas graves nos ônibus, como porta amarrada com arame e defeito nos freios.

Veja o passo a passo da viagem da trabalhadora nesta quarta-feira (8):

6h25 - Patrícia e a filha esperam o coletivo no ponto na avenida Princesa Izabel, limite entre os bairros Arvoredo, São Joaquim e Nacional:

6h50 - Ônibus chega lotado:

7h40: Patrícia Dias tenta proteger sua filha no ônibus lotado:

8h - Após mais de 1 hora, mãe e filha chegam ao Centro de BH:

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