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Mulher que chamou família de ‘negros fedidos’ no metrô de BH ganha liberdade

Justiça considerou o fato de ela ser ré primária e de a pena do delito não ser superior a 4 anos de prisão

Vídeos registraram ofensas contra família

Adriana Maria Lima Brito, suspeita de injúria racial contra uma família no metrô de Belo Horizonte no último domingo (5), ganhou o direito à liberdade provisória após audiência de custódia realizada nesta terça-feira (7), no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte. A Justiça considerou o fato de ela ser ré primária e de a pena do delito não ser superior a 4 anos de prisão.

“A mulher terá de cumprir as medidas cautelares de não manter qualquer tipo de contato com as vítimas (Isabelle, Leni, Alexandre), de comparecer a todos os atos do inquérito e ação penal e de não se ausentar de BH pelo prazo superior a 30 dias, sem prévia autorização judicial”, destaca nota da assessoria do Fórum.

O caso ocorreu nesse domingo (5). Leni, seu marido, Alexandre Elias Rodrigues e a filha deles, Isabelle Cristine Rodrigues, voltavam da Feira Hippie para casa, no bairro Suzana, região Nordeste da capital, de metrô, quando foram surpreendidos pelos ataques racistas.

Imagens gravadas durante as ofensas mostram parte da discussão, em que a mulher afirma que "não é da mesma raça que eles". Além disso, a família e testemunhas relataram ofensas como "negros fedidos", "crioulos fedorentos", "raça impura" e que eles "não deveriam estar dentro do metrô".

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