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Presidente da Cemig diz que acusações contra a empresa 'estão sendo arquivadas' por falta de provas

Reynaldo Passanezi disse que a CPI é uma prerrogativa do poder legislativo

Reynaldo Passanezi disse que a CPI é uma prerrogativa do poder legislativo

O presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho, em entrevista ao programa Rádio Vivo nesta sexta-feira (3) destacou que a estatal entregou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) todas as informações e documentos solicitados durante a CPI da Cemig.

"A CPI é uma prerrogativa do poder legislativo. Nós entregamos todas as informações, contribuímos com a CPI e comparecemos à Assembleia Legislativa. Todos os termos estão sendo devidamente arquivados".

Reynaldo Passanezi comentou sobre os 70 anos da Cemig, fundada na gestão do então governador do estado, Juscelino Kubitschek, e celebrou os números positivos e avanços dos últimos anos como, por exemplo, o programa de eletrificação rural. "Temos o maior programa de eletrificação rural do Brasil, com mais de 350 mil quilômetros de rede, dá pra chegar na lua."

O presidente adiantou que nos próximos cinco anos a Cemig vai investir R$ 22,5 bilhões em equipamentos e novas tecnologias o que, segundo Reynaldo Passanezi, trará uma melhora considerável na distribuição da energia no estado.

Questionado por internautas sobre a conta de luz ser tão cara, o presidente explicou que devido à crise hídrica enfrentada pelo Brasil nos últimos anos houve a necessidade de contratação de energia por meio das termoelétricas, o que fez com que o valor das contas subisse. "A conta hoje tá subindo porque com a crise hídrica o país foi obrigado a contratar termoelétricas para ter energia em casa. Hoje, os reservatórios estão com níveis mais elevados e há 3 anos que a Cemig não reajusta o valor das contas, o que impediu que o valor da conta subisse ainda mais para o consumidor."

Dados apresentados pelo presidente durante a entrevista apontam que a Cemig tem 9 milhões de clientes e realiza, em média, 100 milhões de atendimentos por ano.

Ouça aqui a entrevista completa.

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