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Mulher é investigada pela PF por tráfico de criança três anos após tentar passaporte para o filho

Mãe disse que houve erro no nome do pai da criança nos documentos, o que foi corrigido à época; neste ano, ela foi intimada pela entidade

Inquérito aberto pela PF cita suspeita de falsidade ideológica para tráfico de criança

Uma cantora mineira de 32 anos se tornou alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de tráfico internacional de criança. Tudo teria começado em 2019, quando ela tentou emitir um passaporte para viajar com o filho, que tinha pouco mais de 1 ano.

À época, a PF apontou que havia erro no nome do pai da criança, divorciado e distante da mãe. O erro teria sido corrigido, mas a viagem do bebê não aconteceu. Neste ano, a mulher recebeu um e-mail, pedindo esclarecimentos sobre a assinatura do termo de retirada do documento.

No inquérito da PF, foi citada a possibilidade de fraude da mulher na adulteração do passaporte, e que isso teria o objetivo de levar o bebê ao exterior para ser vendido. A mulher acionou advogados e entrou com pedido de habeas corpus para não precisar depor e conseguir arquivamento do caso, mas ainda não houve decisão.

Durante o processo, a mulher afirma ter sofrido racismo, e colocada na situação de desconfiança da PF por conta da cor da pele. A Polícia Federal afirmou que não há registro desse fato junto à Corregedoria.

Em relação à suspeita de fraude, a entidade afirmou que a instauração de inquérito pertence ao procedimento padrão para investigação, e que as condutas são decorrentes da atuação para evitar fraudes de qualquer natureza.

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